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02/jul/2020

O tratamento para a escoliose pode ser dividido em três etapas: observação, uso de colete e cirurgia. Ele depende de fatores como a causa, a idade do paciente, o tamanho e localização da curvatura. Apenas nos casos mais graves em que as dores são incapacitantes que a indicação é o tratamento cirúrgico.

A observação é realizada quando as curvaturas são menores que 25º e 30º em pacientes que estão em crescimento ou em pacientes com curvaturas menores que 45º, que já completaram seu crescimento.

Como funciona o tratamento?

Em crianças muito jovens, o tratamento não é sempre necessário pois a curvatura da coluna vertebral pode melhorar naturalmente à medida que crescem. Se necessário, colete ou moldagem de órtese podem ser utilizados para tentar evitar a progressão da curva.

Nos adultos, a fisioterapia é recomendada como a primeira opção de tratamento para pequenas curvas, com a finalidade de impedir sua progressão. Os principais objetivos do tratamento fisioterapêutico são proporcionar o alongamento das cadeias musculares, aumentar a flexibilidade e mobilidade da coluna e melhorar o padrão postural do paciente.

O uso de colete é indicado para pacientes em crescimento, com curvatura entre 25º e 40º. Existem vários tipos de coletes, mas todos têm a função de prevenir ou diminuir a progressão da escoliose. 

No dia a dia, a prevenção da escoliose se baseia em manter uma boa postura  para evitar ou controlar dores.

O que pode causar mais dor?

Pessoas que passam grandes períodos de tempo sentadas, é importante manter a coluna na vertical, bem alinhada, de forma a não promover a tensão dos músculos cervicais e lombares.

Procurar distribuir uniformemente o peso entre os dois braços e ombros ao carregar peso e procurar o acompanhamento de um profissional durante a prática de exercícios físicos são outras medidas que podem ajudar na prevenção.

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24/jun/2020

Quem tem joanete sabe muito bem o sofrimento que é: a dor intensa causada por esse problema acaba com o bom humor de qualquer pessoa. 

Mas afinal, o que causa a joanete?

A pressão exercida sobre os dedos pelos sapatos, principalmente os de ponta fina, é uma das causas do surgimento do joanete, embora se saiba que a herança genética seja a causa mais importante.

Além disso, é mais comum em mulheres e é mais frequente na população acima de 40 anos.

Também há fatores traumáticos (como fraturas mal consolidadas e lesões ligamentares na articulação do metatarso com o dedo), além de causas congênitas e doenças inflamatórias.

O joanete habitualmente vem associado com uma deformidade desse dedo, o hálux valgo, patologia que pode propiciar a degeneração da articulação do primeiro dedo do pé, fazendo com que ele se deforme.

Quem tem joanete sente essa proeminência óssea dolorida, mas a dor pode se estender para os demais dedos, pois existe a tendência de jogar o peso do corpo para eles para evitar o desconforto no local afetado. Assim, a pessoa sente dificuldade para caminhar e usar alguns tipos de calçados.

Como funciona o diagnóstico?

O diagnóstico do joanete é eminentemente clínico, baseado na história clínica e na observação direta.

O ortopedista é o médico mais indicado para fazer este diagnóstico e avaliar a melhor conduta para cada paciente.

Quando não há dor, alguns tratamentos convencionais podem ajudar a aliviar os sintomas, apesar de não conseguirem corrigir a deformidade.

Nesses casos, são usados protetores de silicone sobre a protuberância, afastadores de dedos para evitar que o dedão se sobreponha ao segundo dedo do pé e palmilhas especiais feitas sob medida. 

Também é muito importante que o paciente avalie melhor os calçados que utiliza, buscando sapatos mais confortáveis e ‘largos’ para os dedos. 

Entretanto, o mais importante no joanete e nos outros transtornos dos pés é o acompanhamento médico e de preferência com o ortopedista especialista em pé.


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30/mar/2020

Para que possamos manter a saúde de nossos pés, que suportam todo o peso de nosso corpo, é importante revermos nossos conceitos, priorizando a acomodação correta dos pés nos calçados com conforto e estabilidade. Isso pode ser feito com as palmilhas e sapatos ortopédicos que temos no mercado atualmente.

Como acontece de forma silenciosa, as dores e os problemas só são percebidos com o tempo. E cuidar da saúde envolve não apenas manter uma alimentação balanceada e ter boas noites de sono, mas também optar por formas de deixar o corpo confortável, como o uso de palmilhas e sapatos ortopédicos.

Qual a finalidade dos sapatos ortopédicos?

O uso dos sapatos ortopédicos foca em melhorar, aliviar e corrigir os mais diversos problemas nos pés de quem sofre algum problema. Esses calçados ajudam a pessoa a não ter mais incômodos e ter uma vida totalmente normal.

Por fazer com que seu peso e todo impacto seja distribuído da maneira mais apropriada ao caminhar, o fluxo sanguíneo será estimulado pela diminuição na tensão. Esse é um benefício muito valioso dos sapatos ortopédicos para aqueles que possuem problemas como diabetes, obesidade ou que tenham o risco de desenvolver doenças como a trombose.

Outras áreas do corpo também são beneficiadas pelo uso do tênis ortopédico, que reduz lesões nos tornozelo e dores no calcanhar.

Qual a diferença das palmilhas ortopédicas para as normais?

Diferentemente das palmilhas ortopédicas, as palmilhas tradicionais que já vêm acompanhadas do calçado não possuem nenhum tipo de padronização. Cada marca escolhe o modelo de acordo com custo de produção, sem se importar com a saúde dos usuários.

A vantagem de usar palmilhas ortopédicas começa com a possibilidade de adaptação à anatomia do seu pé. Elas são fabricadas de forma personalizada levando em consideração o tipo de pisada e postura corporal de cada um, podendo corrigir até mesmo deficiências anatômicas.

Algumas são até mesmo confeccionadas com silicone e possuem boa resistência e capacidade de amortecimento, proporcionando um alto grau de absorção de impactos. São macias e flexíveis, ideais para prática de esportes e para o uso diário.

Como saber se preciso utilizar?

Procure orientação com um médico profissional para saber se você tem algum problema de postura ou na coluna que pode ser corrigido com as palmilhas e sapatos ortopédicos. Ele indicará o melhor modelo e a frequência de uso mais adequada.


28/mar/2020

O que é a Hérnia de Disco?

A Hérnia de Disco é uma condição de degeneração de uma estrutura denominada disco intervertebral. Esta é uma das causas mais comuns de dores nas costas. 

É um problema provocado pelo desgaste dos discos intervertebrais estruturais que amortecem o contato entre as vértebras. Quando algum destes discos se rompe ou se desgasta, acaba comprimindo terminações nervosas, causando dores, formigamento ou fraqueza nos braços, tronco ou pernas.

O que causa a Hérnia de Disco?

Na maioria dos casos, a hérnia não surge de forma aguda. Ela costuma ser um processo de estresse e lesão repetitiva do disco. 

Exceto pelos casos de hérnias que surgem após traumas ou quedas, os pacientes não se recordam de um evento específico que tenha desencadeado os sintomas. A dor pode surgir subitamente em repouso.

Como identificar os sintomas da doença?

Os principais são formigamentos e queimações com irradiação para os ombros e braços, perda de força nos braços e pernas (em razão da compressão de algum nervo), atrofia muscular das mãos e rigidez.

Normalmente a dor é bem incômoda e não melhora com a mudança de posição. Algumas pessoas relatam piora quando dormem, devido ao relaxamento do corpo. Isso ocorre, principalmente, porque os discos se reidratam e aumentam o volume, comprimindo ainda mais as raízes nervosas.

Ao identificar estes incômodos ou sensações similares, procure por ajuda médica imediatamente. Mascarar a dor com o uso de medicamentos por conta própria ou “receitas caseiras” é colocar a saúde em risco.

Como funciona o tratamento?

O diagnóstico é feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e a história do paciente. Exames como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

O tratamento conservador, com repouso, fisioterapia, compressas mornas, educação postural e/ou acupuntura, alivia os sintomas em mais de 90% dos pacientes com hérnia de disco. A maioria se recupera, tornando-se aptos a retornar para as suas atividades habituais em um ou dois meses.

E se o tratamento conservador não resolver? 

A cirurgia só é recomendada nos casos graves, em que a dor é insuportável, onde não houve melhora com uso de medicamentos e fisioterapia, ou nos casos onde há perda de força ou de controle dos membros.

O paciente deve ter sido submetido a pelo menos seis meses de tratamento conservador como fisioterapia, analgésicos ou uso de aparelho nas costas, sem apresentar melhora. Além de estar em boa saúde geral, sem sinais de infecção, osteoporose ou artrite. Se houver degeneração que afeta mais de um disco ou dor significativa nas pernas, o paciente não é candidato à cirurgia.


23/mar/2020

Uma prática muito utilizada é a aplicação de compressas após situações de dor, seja decorrente de uma, luxação, contusão, hematoma, entorse ou mesmo inflamação. Existem dois tipos de compressas, a fria e a quente, cada uma é específica para determinados casos. Mas você sabe quando utilizá-las na Recuperação Muscular?

Compressa quente, quando usar?

A compressa quente é ideal para realizar o relaxamento muscular e articular. Pode ser usada nos casos de contraturas nas costas, dores crônicas nas articulações e em qualquer região que o paciente se sinta bem com o calor, pois além do relaxamento, promove também a diminuição da dor.

A compressa quente faz os vasos sanguíneos dilatarem, aumentando o fluxo de sangue na região tratada e facilitando a resposta anti-inflamatória.

E a compressa fria?

O gelo é um anti-inflamatório natural por isso, é indicado para amenizar inflamações ou imediatamente após um trauma local. Acidentes que possam causar edemas ou hematomas, como pancadas e torções devem ser tratados com gelo.

A temperatura fria contrai e diminui o fluxo de fluidos, também agindo como um analgésico, por isso funciona bem após lesões que ocorrem nos esportes de impacto.

As compressas de gelo devem ser evitadas em feridas abertas, queimaduras e locais onde a pele é mais sensível (próximo as genitálias, por exemplo).

E que tal ambos?

Existem casos em que a melhor pedida não é adotar extremos de temperatura isolados e sim a combinação de ambos. A terapia chamada contraste usa a aplicação alternada de compressas frias e quentes para contrair e dilatar seguidamente os vasos sanguíneos, aumentando a circulação no local afetado.

É indicada para infecções, distensões, inflamações e dores de cabeça causadas por tensão nervosa ou muscular.

Tome muito cuidado na hora de fazer a sua compressa, pois você pode queimar a sua pele. Coloque sempre um pano entre o gelo e a pele no caso da compressa gelada. No caso da compressa quente, verifique a temperatura da água antes.

É importante não as deixar em contato com a pele por mais de 25 minutos, e fazer sempre um intervalo de no mínimo 2 horas entre cada aplicação.

 

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27/fev/2020

Apesar de serem muito parecidos, o estiramento e a distensão se diferem quanto à sua localização. Mas você sabe qual é a diferença?

Enquanto a primeira se caracteriza pelo alongamento das fibras musculares, a segunda se manifesta no tendão ou áreas adjacentes.

Quais as causas?

As lesões acontecem quando o músculo se estica demais, devido ao esforço excessivo para realizar determinada atividade, podendo levar a ruptura de fibras musculares, do músculo ou do tendão envolvido.

A distensão afeta especificamente os tendões e a junção músculo-tendínea, que são as ligações entre um músculo e um tendão.

Já o estiramento muscular ocorre após o músculo ser alongado além do seu limite, as fibras presentes no músculo sofrem lesões e causam dor e uma sensação de estalido. É comum ocorrer quando há falta de aquecimento e alongamento e o próprio cansaço muscular contribui para o problema.

O que causa o problema?

Isso pode acontecer com movimentos bruscos, algum trauma ou até por você estar executando exercícios de maneira inadequada. Ocorrem com mais frequência na musculatura interna, parte posterior e anterior da coxa e nas panturrilhas, mas também pode acontecer nas costas e nos braços.

A principal queixa do paciente é de dor intensa que se manifesta de forma súbita, sobretudo durante a atividade física. Em alguns casos, esse desconforto pode ser acompanhado de um estalo.

Como funciona a recuperação?

Normalmente, o próprio organismo se encarrega de reparar as fibras musculares que se romperam, absorver o coágulo e controlar a inflamação. Lesões mais graves exigem avaliação médica imediata para excluir a presença de fraturas e evitar sequelas que limitem os movimentos.

Para confirmar o diagnóstico de um estiramento ou de uma distensão pode-se fazer uma ressonância magnética ou ultrassom, além da avaliação dos sintomas pelo médico.

Inicialmente o uso de anti-inflamatórios, por exemplo, é essencial para abrandar as dores. A fisioterapia direcionada ao estiramento ou distensão também é de suma importância para acelerar a recuperação do paciente.

Machucou? Lesionou? Doeu?

Instituto Osmar de Oliveira

Há 37 anos referência em Ortopedia, reabilitação e Medicina Esportiva.


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05/jul/2019

“Tenho artrose no quadril e agora?” 

Como essa pergunta é frequentemente realizada pelos pacientes, hoje o um dos nossos especialistas em quadril, Dr. Ricardo Marques, irá responde-la.

Tão comum quanto o acometimento da artrose nas costas, a artrose no quadril também chamada de osteoartrose ou coxartrose é causada por um desgaste da articulação que provoca dores intensas no quadril.

Geralmente se apresenta durante o dia, ao andar ou permanecer sentado por muito tempo.

O quadril é a junta que liga o osso da coxa (fêmur) ao osso da bacia (acetabulo) permitindo os movimentos dos membros inferior, por isso, é responsável por sustentar boa parte do corpo.

Pessoas acima dos 45 anos são mais frequentemente acometidas, mas pode acontecer também com os mais jovens.

O tratamento é baseado no alívio de sintomas com uso de medicamentos e sessões de fisioterapia; cirúrgicas são indicadas em último caso, quando não há melhora com o tratamento clínico. Ambas as intervenções devem ser sempre indicadas e orientadas pelo médico ortopedista.

Na cirurgia é feita a substituição da articulação com desgaste pela prótese de quadril.

Sintomas

Para evitar complicações de um diagnóstico tardio, fique atento aos principais sintomas:

  • Dor no quadril, que piora ao andar, ficar sentado por muito tempo ou ao deitar de lado sobre a articulação afetada;
  • Dificuldade de cortar as unhas dos pés, calçar meias, amarrar o sapato ou levantar da cadeira, cama ou sofá que sejam mais baixos.
  • Andar mancando;
  • Sensação de dormência ou formigamento nas pernas;
  • A dor pode ir do quadril até o joelho na parte interna da perna;
  • Dor em queimação na batata da perna;
  • Dificuldade para movimentar a perna pela manhã;
  • Sensação de areia ao mexer a articulação.

Machucou? Lesionou? Doeu?
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