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30/mar/2020

Para que possamos manter a saúde de nossos pés, que suportam todo o peso de nosso corpo, é importante revermos nossos conceitos, priorizando a acomodação correta dos pés nos calçados com conforto e estabilidade. Isso pode ser feito com as palmilhas e sapatos ortopédicos que temos no mercado atualmente.

Como acontece de forma silenciosa, as dores e os problemas só são percebidos com o tempo. E cuidar da saúde envolve não apenas manter uma alimentação balanceada e ter boas noites de sono, mas também optar por formas de deixar o corpo confortável, como o uso de palmilhas e sapatos ortopédicos.

Qual a finalidade dos sapatos ortopédicos?

O uso dos sapatos ortopédicos foca em melhorar, aliviar e corrigir os mais diversos problemas nos pés de quem sofre algum problema. Esses calçados ajudam a pessoa a não ter mais incômodos e ter uma vida totalmente normal.

Por fazer com que seu peso e todo impacto seja distribuído da maneira mais apropriada ao caminhar, o fluxo sanguíneo será estimulado pela diminuição na tensão. Esse é um benefício muito valioso dos sapatos ortopédicos para aqueles que possuem problemas como diabetes, obesidade ou que tenham o risco de desenvolver doenças como a trombose.

Outras áreas do corpo também são beneficiadas pelo uso do tênis ortopédico, que reduz lesões nos tornozelo e dores no calcanhar.

Qual a diferença das palmilhas ortopédicas para as normais?

Diferentemente das palmilhas ortopédicas, as palmilhas tradicionais que já vêm acompanhadas do calçado não possuem nenhum tipo de padronização. Cada marca escolhe o modelo de acordo com custo de produção, sem se importar com a saúde dos usuários.

A vantagem de usar palmilhas ortopédicas começa com a possibilidade de adaptação à anatomia do seu pé. Elas são fabricadas de forma personalizada levando em consideração o tipo de pisada e postura corporal de cada um, podendo corrigir até mesmo deficiências anatômicas.

Algumas são até mesmo confeccionadas com silicone e possuem boa resistência e capacidade de amortecimento, proporcionando um alto grau de absorção de impactos. São macias e flexíveis, ideais para prática de esportes e para o uso diário.

Como saber se preciso utilizar?

Procure orientação com um médico profissional para saber se você tem algum problema de postura ou na coluna que pode ser corrigido com as palmilhas e sapatos ortopédicos. Ele indicará o melhor modelo e a frequência de uso mais adequada.


28/mar/2020

O que é a Hérnia de Disco?

A Hérnia de Disco é uma condição de degeneração de uma estrutura denominada disco intervertebral. Esta é uma das causas mais comuns de dores nas costas. 

É um problema provocado pelo desgaste dos discos intervertebrais estruturais que amortecem o contato entre as vértebras. Quando algum destes discos se rompe ou se desgasta, acaba comprimindo terminações nervosas, causando dores, formigamento ou fraqueza nos braços, tronco ou pernas.

O que causa a Hérnia de Disco?

Na maioria dos casos, a hérnia não surge de forma aguda. Ela costuma ser um processo de estresse e lesão repetitiva do disco. 

Exceto pelos casos de hérnias que surgem após traumas ou quedas, os pacientes não se recordam de um evento específico que tenha desencadeado os sintomas. A dor pode surgir subitamente em repouso.

Como identificar os sintomas da doença?

Os principais são formigamentos e queimações com irradiação para os ombros e braços, perda de força nos braços e pernas (em razão da compressão de algum nervo), atrofia muscular das mãos e rigidez.

Normalmente a dor é bem incômoda e não melhora com a mudança de posição. Algumas pessoas relatam piora quando dormem, devido ao relaxamento do corpo. Isso ocorre, principalmente, porque os discos se reidratam e aumentam o volume, comprimindo ainda mais as raízes nervosas.

Ao identificar estes incômodos ou sensações similares, procure por ajuda médica imediatamente. Mascarar a dor com o uso de medicamentos por conta própria ou “receitas caseiras” é colocar a saúde em risco.

Como funciona o tratamento?

O diagnóstico é feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e a história do paciente. Exames como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

O tratamento conservador, com repouso, fisioterapia, compressas mornas, educação postural e/ou acupuntura, alivia os sintomas em mais de 90% dos pacientes com hérnia de disco. A maioria se recupera, tornando-se aptos a retornar para as suas atividades habituais em um ou dois meses.

E se o tratamento conservador não resolver? 

A cirurgia só é recomendada nos casos graves, em que a dor é insuportável, onde não houve melhora com uso de medicamentos e fisioterapia, ou nos casos onde há perda de força ou de controle dos membros.

O paciente deve ter sido submetido a pelo menos seis meses de tratamento conservador como fisioterapia, analgésicos ou uso de aparelho nas costas, sem apresentar melhora. Além de estar em boa saúde geral, sem sinais de infecção, osteoporose ou artrite. Se houver degeneração que afeta mais de um disco ou dor significativa nas pernas, o paciente não é candidato à cirurgia.


23/mar/2020

Uma prática muito utilizada é a aplicação de compressas após situações de dor, seja decorrente de uma, luxação, contusão, hematoma, entorse ou mesmo inflamação. Existem dois tipos de compressas, a fria e a quente, cada uma é específica para determinados casos. Mas você sabe quando utilizá-las na Recuperação Muscular?

Compressa quente, quando usar?

A compressa quente é ideal para realizar o relaxamento muscular e articular. Pode ser usada nos casos de contraturas nas costas, dores crônicas nas articulações e em qualquer região que o paciente se sinta bem com o calor, pois além do relaxamento, promove também a diminuição da dor.

A compressa quente faz os vasos sanguíneos dilatarem, aumentando o fluxo de sangue na região tratada e facilitando a resposta anti-inflamatória.

E a compressa fria?

O gelo é um anti-inflamatório natural por isso, é indicado para amenizar inflamações ou imediatamente após um trauma local. Acidentes que possam causar edemas ou hematomas, como pancadas e torções devem ser tratados com gelo.

A temperatura fria contrai e diminui o fluxo de fluidos, também agindo como um analgésico, por isso funciona bem após lesões que ocorrem nos esportes de impacto.

As compressas de gelo devem ser evitadas em feridas abertas, queimaduras e locais onde a pele é mais sensível (próximo as genitálias, por exemplo).

E que tal ambos?

Existem casos em que a melhor pedida não é adotar extremos de temperatura isolados e sim a combinação de ambos. A terapia chamada contraste usa a aplicação alternada de compressas frias e quentes para contrair e dilatar seguidamente os vasos sanguíneos, aumentando a circulação no local afetado.

É indicada para infecções, distensões, inflamações e dores de cabeça causadas por tensão nervosa ou muscular.

Tome muito cuidado na hora de fazer a sua compressa, pois você pode queimar a sua pele. Coloque sempre um pano entre o gelo e a pele no caso da compressa gelada. No caso da compressa quente, verifique a temperatura da água antes.

É importante não as deixar em contato com a pele por mais de 25 minutos, e fazer sempre um intervalo de no mínimo 2 horas entre cada aplicação.

 

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27/fev/2020

Apesar de serem muito parecidos, o estiramento e a distensão se diferem quanto à sua localização. Mas você sabe qual é a diferença?

Enquanto a primeira se caracteriza pelo alongamento das fibras musculares, a segunda se manifesta no tendão ou áreas adjacentes.

Quais as causas?

As lesões acontecem quando o músculo se estica demais, devido ao esforço excessivo para realizar determinada atividade, podendo levar a ruptura de fibras musculares, do músculo ou do tendão envolvido.

A distensão afeta especificamente os tendões e a junção músculo-tendínea, que são as ligações entre um músculo e um tendão.

Já o estiramento muscular ocorre após o músculo ser alongado além do seu limite, as fibras presentes no músculo sofrem lesões e causam dor e uma sensação de estalido. É comum ocorrer quando há falta de aquecimento e alongamento e o próprio cansaço muscular contribui para o problema.

O que causa o problema?

Isso pode acontecer com movimentos bruscos, algum trauma ou até por você estar executando exercícios de maneira inadequada. Ocorrem com mais frequência na musculatura interna, parte posterior e anterior da coxa e nas panturrilhas, mas também pode acontecer nas costas e nos braços.

A principal queixa do paciente é de dor intensa que se manifesta de forma súbita, sobretudo durante a atividade física. Em alguns casos, esse desconforto pode ser acompanhado de um estalo.

Como funciona a recuperação?

Normalmente, o próprio organismo se encarrega de reparar as fibras musculares que se romperam, absorver o coágulo e controlar a inflamação. Lesões mais graves exigem avaliação médica imediata para excluir a presença de fraturas e evitar sequelas que limitem os movimentos.

Para confirmar o diagnóstico de um estiramento ou de uma distensão pode-se fazer uma ressonância magnética ou ultrassom, além da avaliação dos sintomas pelo médico.

Inicialmente o uso de anti-inflamatórios, por exemplo, é essencial para abrandar as dores. A fisioterapia direcionada ao estiramento ou distensão também é de suma importância para acelerar a recuperação do paciente.

Machucou? Lesionou? Doeu?

Instituto Osmar de Oliveira

Há 37 anos referência em Ortopedia, reabilitação e Medicina Esportiva.


07/nov/2019

Sente dor no joelho após alguns quilômetros de iniciar a corrida?

Você não está sozinho, essa é uma dor muito comum entre os corredores, e é notada na face externa do joelho após poucos quilômetros de corrida.

Essa lesão muitas vezes é reflexo da sobrecarga decorrente da falta de planejamento e preparação física e estima-se que no Brasil tenha cerca de milhões de corredores na rua sem qualquer tipo de orientação.

Outro cenário muito comum, é o de pessoas que migram de repente do sedentarismo para a corrida, e forçam joelhos e tornozelos sem o mínimo de preparação.

Durante o exercício, o impacto contínuo sobre as articulações é de até três vezes o peso do atleta e o sintoma varia com a intensidade e tempo de duração dos exercícios. Na maioria dos casos, a dor some ao fim da corrida.

A doença é conhecida como a Síndrome da Banda Iliotibial, também chamada de “joelho de corredor”.

A estrutura afetada chama-se Trato Iliotibial, e o aumento do atrito entre o trato e a parte externa do joelho (epicôndilo femoral lateral) é a causa da dor.

Para evitar complicações, mantenha um ritmo saudável de exercícios e faça alongamentos.

Procure ajuda médica aos primeiros sintomas.

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07/nov/2019

“Tenho artrose no quadril e agora?”

Tão comum quanto o acometimento da artrose nas costas, a artrose no quadril também chamada de osteoartrose ou coxartrose é causada por um desgaste da articulação que provoca dores intensas no quadril.

Geralmente se apresenta durante o dia, ao andar ou permanecer sentado por muito tempo.

O quadril é a junta que liga o osso da coxa (fêmur) ao osso da bacia (acetábulo) permitindo os movimentos dos membros inferior, por isso, é responsável por sustentar boa parte do corpo.

Pessoas acima dos 45 anos são mais frequentemente acometidas, mas pode acontecer também com os mais jovens.

O tratamento é baseado no alívio de sintomas com uso de medicamentos e sessões de fisioterapia; cirúrgicas são indicadas em último caso, quando não há melhora com o tratamento clínico. Ambas as intervenções devem ser sempre indicadas e orientadas pelo médico ortopedista.

Na cirurgia é feita a substituição da articulação com desgaste pela prótese de quadril.

Para evitar complicações de um diagnóstico tardio, fique atento aos principais sintomas:

  • Dor no quadril, que piora ao andar, ficar sentado por muito tempo ou ao deitar de lado sobre a articulação afetada;
  • Dificuldade de cortar as unhas dos pés, calçar meias, amarrar o sapato ou levantar da cadeira, cama ou sofá que sejam mais baixos.
  • Andar mancando;
  • Sensação de dormência ou formigamento nas pernas;
  • A dor pode ir do quadril até o joelho na parte interna da perna;
  • Dor em queimação na batata da perna;
  • Dificuldade para movimentar a perna pela manhã;
  • Sensação de areia ao mexer a articulação.

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07/nov/2019

Sente dor no calcanhar quando acaba a corrida?

Essa é uma das lesões que além de gerar incômodos físicos, desanima qualquer um.

Quem corre sabe o quanto é importante cuidar dos pés, qualquer dor ou lesão pode significar o abandono do hobby ou até mesmo de uma prova importante.

Os cuidados começam na escolha dos calçados (desde os usados no dia a dia aos de corrida). Atenção aos alongamentos, e manutenção de frequência e intensidade saudáveis.

Saiba agora quais são as 6 lesões mais comuns entre os corredores e como evitá-las.

  • Bolhas

As bolhas são formadas por uma camada de células mortas que protegem a pele. Apesar de não ser considerada uma grave lesão, as bolhas podem ser muito dolorosas impedir que você realize a atividade.

Para evitá-las, invista em meias próprias para corrida e não exagere nos treinos.

  • Dormência

Essa é mais uma das queixas muito comuns entre os corredores, muitas vezes é causada pelo amarração apertada do tênis; COMO os pés incham durante a corrida, é importante optar sempre por calçados mais confortáveis para evitar o incômodo.

  • Fascite Plantar

Trata-se de uma dor no calcanhar causada pela inflamação da fáscia plantar, que é uma estrutura de proteção dos músculos com poder de absorver os impactos e proteger os ossos do pé.

Ao caminhar ou correr, a planta do pé distribui o peso do corpo e absorve uniformemente os impactos. Com a inflamação, as fibras da fáscia tendem a não funcionar perfeitamente e causar dor, geralmente após PERÍODO DE REPOUSO SEGUIDO DE ATIVIDADE FÍSICA INTENSA

O ideal é realizar alongamento específico para quadril, pernas e pés antes de corrida, além de tomar cuidados com tênis e ajuste da pisada.

  • Pé de atleta

TRATA-se de uma infecção por fungos desenvolvida em áreas úmidas do pé. É transmissível e o atleta também pode ser EXPOSTO PELO contato com superfícies contaminadas, como piso de vestiários por exemplo.

Evite não COMPARTILHAR objetos pessoais, principalmente o chinelo.

  • Joanete

Trata-se de uma deformidade no dedão no pé que, quando em atrito com o calçado, causa dor e processo inflamatório local.

Evite optando sempre por tênis confortáveis e de boa qualidade.

  • Calos

O aparecimento de calos indica que há pressão entre o pé e o calçado usado, para evitar o incômodo, escolha bem os tênis, com numeração e amarração corretas.

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05/jul/2019

“Tenho artrose no quadril e agora?” 

Como essa pergunta é frequentemente realizada pelos pacientes, hoje o um dos nossos especialistas em quadril, Dr. Ricardo Marques, irá responde-la.

Tão comum quanto o acometimento da artrose nas costas, a artrose no quadril também chamada de osteoartrose ou coxartrose é causada por um desgaste da articulação que provoca dores intensas no quadril.

Geralmente se apresenta durante o dia, ao andar ou permanecer sentado por muito tempo.

O quadril é a junta que liga o osso da coxa (fêmur) ao osso da bacia (acetabulo) permitindo os movimentos dos membros inferior, por isso, é responsável por sustentar boa parte do corpo.

Pessoas acima dos 45 anos são mais frequentemente acometidas, mas pode acontecer também com os mais jovens.

O tratamento é baseado no alívio de sintomas com uso de medicamentos e sessões de fisioterapia; cirúrgicas são indicadas em último caso, quando não há melhora com o tratamento clínico. Ambas as intervenções devem ser sempre indicadas e orientadas pelo médico ortopedista.

Na cirurgia é feita a substituição da articulação com desgaste pela prótese de quadril.

Sintomas

Para evitar complicações de um diagnóstico tardio, fique atento aos principais sintomas:

  • Dor no quadril, que piora ao andar, ficar sentado por muito tempo ou ao deitar de lado sobre a articulação afetada;
  • Dificuldade de cortar as unhas dos pés, calçar meias, amarrar o sapato ou levantar da cadeira, cama ou sofá que sejam mais baixos.
  • Andar mancando;
  • Sensação de dormência ou formigamento nas pernas;
  • A dor pode ir do quadril até o joelho na parte interna da perna;
  • Dor em queimação na batata da perna;
  • Dificuldade para movimentar a perna pela manhã;
  • Sensação de areia ao mexer a articulação.

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instituto O Instituto Osmar de Oliveira construiu ao longo destes últimos 37 anos uma trajetória de sucesso e profissionalismo, tornando-se referência em São Paulo na área da Ortopedia, Medicina Esportiva e Reabilitação.

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