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11/ago/2020

Confira duas dicas de grande valia para continuar usando a esteira sem prejuízos a sua saúde.

O uso da esteira requer pouca preparação física e mantém os benefícios da corrida, além de ser uma opção para aqueles que preferem se exercitar em locais fechados.

A corrida na esteira tem vantagens…

A esteira é um dos aparelhos para exercícios aeróbicos mais utilizados no Brasil.

A corrida na esteira é uma das atividades preferidas e mais indicadas para quem quer perder peso e melhorar o condicionamento físico, e aqui vão outras vantagens:

  • Correr dentro de casa ou academia reduz a sua exposição à acidentes como pisar em um buraco ou até mesmo acidentes de trânsito
  • Na esteira é possível regular uma velocidade constante de corrida potencializando e acelerando os resultados
  • Geralmente as esteiras têm marcador de frequência cardíaca, o que torna possível o seu próprio monitoramento,  além de poder auxiliar nas medidas de emergência quando da  ocorrência de uma taquicardia patológica.

Apesar dos muitos benefícios à saúde e à qualidade de vida, o uso irregular ou exagerado da esteira podem causar graves lesões.

Como evitar?

Confira agora duas dicas para utilizar a esteira de forma saudável. Considere inserir em sua rotina de treinamento para se exercitar da forma correta.

  • Não corra com as pontas dos pés

Muitas pessoas têm este péssimo hábito que deposita todo o peso do corpo numa área do pé que não tem suporte para isso. O ideal é que o calcanhar seja a primeira parte do pé a tocar a esteira, melhorando o desempenho e diminuindo o impacto com o chão.

  • Respeite o limite do seu corpo

A repetição exagerada do movimento pode resultar em sérias lesões. Não ultrapasse os seus limites, respeite o seu corpo para aproveitar da melhor forma os benefícios que a atividade pode oferecer para a sua saúde.

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05/ago/2020

A dor muscular tardia é também conhecida como dor  por microtraumas ou mais comumente como “dor do dia seguinte”.

Ao contrário da dor muscular aguda e imediata durante um exercício físico extenuante – com aquela sensação de queimação dos músculos que todos nós já experimentamos – a dor muscular de início tardio, descrita pelos americanos como “delayed onset muscle soreness” (da sigla DOMS, em inglês), é consequência do processo inflamatório em curso durante exercícios físicos intensos e não pelo acúmulo de lactato (ou ácido lático) que outrora representava a causa da dor muscular.

Apresenta um mecanismo fisiológico distinto da dor muscular aguda. Em situações de exercícios extenuantes, ocorre o acúmulo de ácido lático (ou lactato) que proporciona um ambiente ácido no músculo pela produção de íons hidrogênio e provoca o que é chamado de acidose metabólica e, consequentemente a dor, uma vez que o transtorno na remoção do ácido lático e também de potássio estimula os receptores dolorosos localizados nos músculos liberando assim substâncias conhecidas como prostaglandinas.

O lactato é metabolizado (decomposto) no fígado por um complexo conjunto de reações químicas, chamado de ciclo de Cori, ao mesmo tempo em que o bicarbonato de sódio produzido é decomposto e removido pela respiração.

QUADRO CLÍNICO

O quadro clínico da DOMS é de natureza transitória e caracterizado por dor, edema (inchaço), perda parcial do movimento articular, diminuição da flexibilidade e perda da força muscular do membro afetado.

Internamente, podem ocorrer aumentos dos níveis séricos (sangue) de enzimas como a creatina quinase (CK), desidrogenase lática (LDH), mioglobina e fragmentos da cadeia pesada de miosina.

A medida da CK nos dias seguintes ao exercício orienta a recuperação do atleta, mas seu perfil é individual, ou seja, varia de pessoa para pessoa e não deve ser utilizada com comparações a valores absolutos.

TRATAMENTO

São descritos fatores que atenuam o quadro inflamatório pós-exercício tais como a ingestão  de carboidratos e proteínas, o uso de roupas compressivas (bermudas e meias) e o uso de gelo (crioterapia), indicado pelos estudos como o procedimento mais eficaz no controle da DOMS.

A imersão em gelo deve ser imediata após o exercício, desta forma diminuindo o tempo de recuperação do atleta através da diminuição da temperatura tecidual e da diminuição do metabolismo muscular, provocando um efeito analgésico e atenuando a resposta inflamatória causadora da dor.

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28/jul/2020

Artrite Reumatóide (AR) é uma doença inflamatória crônica e autoimune, que pode afetar várias articulações e também órgãos internos (baço, pulmões, coração e rins). A sua causa é desconhecida e mais frequente no sexo feminino (2:1).  Os seus sintomas se manifestam geralmente entre 30 e 40 anos e sua incidência aumenta com a idade. O seu diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são fundamentais para o controle   da doença e da prevenção ou minimização de sequelas.

QUADRO CLÍNICO

Os sintomas mais comuns são dor, edema, calor e vermelhidão, rigidez matinal e fadiga.  Com a progressão da doença, havendo destruição da cartilagem articular, podem surgir deformidades (nódulos) e incapacidade para realização das atividades tanto da vida diária como da profissional.

DIAGNÓSTICO

Naturalmente o quadro clínico é soberano e é necessário que alguns critérios sejam  levados em conta para se estabelecer a investigação para confirmação diagnóstica, tais como a coleta de sangue para pesquisa de Fator Reumatóide e de VHS e PCR para avaliar a atividade inflamatória da doença, de radiografias de mãos e punhos para surpreender erosões ósseas e deformidades, ou ainda outros tipos de imagens que podem ser solicitadas para melhor elucidação de cada caso.

TRATAMENTO

O profissional mais indicado para realizar o diagnóstico e indicar tratamentos para a artrite reumatóide é o reumatologista.

O tratamento medicamentoso é sempre individualizado  (onde se avalia o estágio, atividade e gravidade da doença) e modificado conforme a resposta de cada paciente, mas invariavelmente vai necessitar de antiinflamatórios e corticóides e as vezes de imunossupressores. Em alguns pacientes há indicação de tratamento cirúrgico,

Fisioterapia e terapia ocupacional contribuem para que o paciente possa continuar a exercer as atividades da vida diária.

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22/jul/2020

Cãibras podem acometer qualquer um, inclusive pessoas saudáveis e com bom condicionamento físico.

Essas contrações musculares dolorosas costumam ocorrer pelos mais diversos motivos e podem acontecer em repouso, durante uma atividade física ou até mesmo no meio da noite durante o sono.

A desidratação proveniente do desgaste físico, o encurtamento muscular que ocorre quando um praticante de corrida tem pouca amplitude de movimento, e a falta de nutrientes, como o sódio e o potássio, são os principais fatores para o aparecimento da câimbra.

E no inverno, o problema tende a piorar porque, nos dias frios, as baixas temperaturas tendem a provocar a chamada constrição vascular (diminuição dos calibres dos vasos sanguíneos), prejudicando a circulação do corpo. Com as terminações nervosas mais sensíveis, o organismo manifesta o problema a partir da contração dos músculos, causando a dor.

Geralmente ocorre na panturrilha, mas também podem acontecer em outros grupos musculares do corpo, como coxa, pés e mãos.

O sintoma mais comum da cãibra é uma dor intensa e aguda, com duração de alguns segundos a 15 minutos. No entanto, em alguns casos, um nódulo protuberante de tecido muscular sob a pele também pode acompanhar uma cãibra.

Como evitar essas dores?

Mantenha-se hidratado, pois a desidratação é a principal causa da ocorrência de cãibras musculares. Procure ingerir pelo menos 2 litros de água diariamente.

Manter uma alimentação saudável e consumir alimentos ricos em minerais, potássio, magnésio e cálcio são estratégias utilizadas para promover a reposição dos nutrientes. Banana, castanha do Pará, aveia, granola e brócolis são algumas das opções.

Fazer exercícios sem exagero e também evitar o sedentarismo. Fazer caminhadas para ativar a circulação, evitar gorduras e excesso de carboidratos (para não “entupir” as artérias). Natação também é uma boa opção, pois trabalha toda a musculatura corporal.

A maioria das cãibras musculares não são graves, mas se forem constantes, procure orientação médica.


14/jul/2020

Segundo dados do Ministério da Saúde do Brasil, as quedas são responsáveis por mais de 61% das admissões de idosos em unidades de pronto atendimento no país. As fraturas em pessoas na Terceira Idade são frequentes e tem sérias consequências.

A terceira idade é caracterizada por uma fase de mais fragilidade e os idosos estão sempre presentes em grupos de risco para diversas doenças.

Os ossos vão perdendo cálcio e ficam mais porosos e consequentemente mais suscetíveis às fraturas.

Convém ressaltar que a queda pode ser um marcador de alguma doença aguda, manifestação de doença crônica ou progressão desta.

Podemos elencar alguns fatores de risco mais comuns para quedas e outros que prejudicam a saúde e a qualidade de vida dos idosos:

  • Restrição da mobilidade
  • Redução da acuidade visual
  • Distúrbios do equilíbrio e da marcha
  • Tonturas
  • Isolamento social

Os locais mais acometidos por fraturas nos idosos estão localizados no punho, úmero, quadril, fêmur e nos corpos vertebrais.

O que fazer no dia-a-dia para reduzir o risco?

Para reduzir o risco de fraturas é importante a prática de exercícios físicos e mudanças na dieta, com a ingestão aumentada de cálcio associada à exposição ao sol durante 15 minutos todos os dias a fim de estimular uma maior produção de vitamina D.

O uso de medicamentos para osteoporose e de suplementos vitamínicos deve ser única e exclusivamente de competência médica, já que o idoso pode ser portador de alguma patologia restritiva ao uso deste ou daquele medicamento.

Outra orientação que se faz necessária é pelas adaptações domiciliares como corrimões, uso de tapetes antiderrapantes no local de banho e, ainda a eliminação de tapetes pela casa.

Finalmente, há que se considerar a necessidade do tratamento coadjuvante da Psicologia em alguns casos.

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02/jul/2020

O tratamento para a escoliose pode ser dividido em três etapas: observação, uso de colete e cirurgia. Ele depende de fatores como a causa, a idade do paciente, o tamanho e localização da curvatura. Apenas nos casos mais graves em que as dores são incapacitantes que a indicação é o tratamento cirúrgico.

A observação é realizada quando as curvaturas são menores que 25º e 30º em pacientes que estão em crescimento ou em pacientes com curvaturas menores que 45º, que já completaram seu crescimento.

Como funciona o tratamento?

Em crianças muito jovens, o tratamento não é sempre necessário pois a curvatura da coluna vertebral pode melhorar naturalmente à medida que crescem. Se necessário, colete ou moldagem de órtese podem ser utilizados para tentar evitar a progressão da curva.

Nos adultos, a fisioterapia é recomendada como a primeira opção de tratamento para pequenas curvas, com a finalidade de impedir sua progressão. Os principais objetivos do tratamento fisioterapêutico são proporcionar o alongamento das cadeias musculares, aumentar a flexibilidade e mobilidade da coluna e melhorar o padrão postural do paciente.

O uso de colete é indicado para pacientes em crescimento, com curvatura entre 25º e 40º. Existem vários tipos de coletes, mas todos têm a função de prevenir ou diminuir a progressão da escoliose. 

No dia a dia, a prevenção da escoliose se baseia em manter uma boa postura  para evitar ou controlar dores.

O que pode causar mais dor?

Pessoas que passam grandes períodos de tempo sentadas, é importante manter a coluna na vertical, bem alinhada, de forma a não promover a tensão dos músculos cervicais e lombares.

Procurar distribuir uniformemente o peso entre os dois braços e ombros ao carregar peso e procurar o acompanhamento de um profissional durante a prática de exercícios físicos são outras medidas que podem ajudar na prevenção.

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24/jun/2020

Quem tem joanete sabe muito bem o sofrimento que é: a dor intensa causada por esse problema acaba com o bom humor de qualquer pessoa. 

Mas afinal, o que causa a joanete?

A pressão exercida sobre os dedos pelos sapatos, principalmente os de ponta fina, é uma das causas do surgimento do joanete, embora se saiba que a herança genética seja a causa mais importante.

Além disso, é mais comum em mulheres e é mais frequente na população acima de 40 anos.

Também há fatores traumáticos (como fraturas mal consolidadas e lesões ligamentares na articulação do metatarso com o dedo), além de causas congênitas e doenças inflamatórias.

O joanete habitualmente vem associado com uma deformidade desse dedo, o hálux valgo, patologia que pode propiciar a degeneração da articulação do primeiro dedo do pé, fazendo com que ele se deforme.

Quem tem joanete sente essa proeminência óssea dolorida, mas a dor pode se estender para os demais dedos, pois existe a tendência de jogar o peso do corpo para eles para evitar o desconforto no local afetado. Assim, a pessoa sente dificuldade para caminhar e usar alguns tipos de calçados.

Como funciona o diagnóstico?

O diagnóstico do joanete é eminentemente clínico, baseado na história clínica e na observação direta.

O ortopedista é o médico mais indicado para fazer este diagnóstico e avaliar a melhor conduta para cada paciente.

Quando não há dor, alguns tratamentos convencionais podem ajudar a aliviar os sintomas, apesar de não conseguirem corrigir a deformidade.

Nesses casos, são usados protetores de silicone sobre a protuberância, afastadores de dedos para evitar que o dedão se sobreponha ao segundo dedo do pé e palmilhas especiais feitas sob medida. 

Também é muito importante que o paciente avalie melhor os calçados que utiliza, buscando sapatos mais confortáveis e ‘largos’ para os dedos. 

Entretanto, o mais importante no joanete e nos outros transtornos dos pés é o acompanhamento médico e de preferência com o ortopedista especialista em pé.


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30/mar/2020

Para que possamos manter a saúde de nossos pés, que suportam todo o peso de nosso corpo, é importante revermos nossos conceitos, priorizando a acomodação correta dos pés nos calçados com conforto e estabilidade. Isso pode ser feito com as palmilhas e sapatos ortopédicos que temos no mercado atualmente.

Como acontece de forma silenciosa, as dores e os problemas só são percebidos com o tempo. E cuidar da saúde envolve não apenas manter uma alimentação balanceada e ter boas noites de sono, mas também optar por formas de deixar o corpo confortável, como o uso de palmilhas e sapatos ortopédicos.

Qual a finalidade dos sapatos ortopédicos?

O uso dos sapatos ortopédicos foca em melhorar, aliviar e corrigir os mais diversos problemas nos pés de quem sofre algum problema. Esses calçados ajudam a pessoa a não ter mais incômodos e ter uma vida totalmente normal.

Por fazer com que seu peso e todo impacto seja distribuído da maneira mais apropriada ao caminhar, o fluxo sanguíneo será estimulado pela diminuição na tensão. Esse é um benefício muito valioso dos sapatos ortopédicos para aqueles que possuem problemas como diabetes, obesidade ou que tenham o risco de desenvolver doenças como a trombose.

Outras áreas do corpo também são beneficiadas pelo uso do tênis ortopédico, que reduz lesões nos tornozelo e dores no calcanhar.

Qual a diferença das palmilhas ortopédicas para as normais?

Diferentemente das palmilhas ortopédicas, as palmilhas tradicionais que já vêm acompanhadas do calçado não possuem nenhum tipo de padronização. Cada marca escolhe o modelo de acordo com custo de produção, sem se importar com a saúde dos usuários.

A vantagem de usar palmilhas ortopédicas começa com a possibilidade de adaptação à anatomia do seu pé. Elas são fabricadas de forma personalizada levando em consideração o tipo de pisada e postura corporal de cada um, podendo corrigir até mesmo deficiências anatômicas.

Algumas são até mesmo confeccionadas com silicone e possuem boa resistência e capacidade de amortecimento, proporcionando um alto grau de absorção de impactos. São macias e flexíveis, ideais para prática de esportes e para o uso diário.

Como saber se preciso utilizar?

Procure orientação com um médico profissional para saber se você tem algum problema de postura ou na coluna que pode ser corrigido com as palmilhas e sapatos ortopédicos. Ele indicará o melhor modelo e a frequência de uso mais adequada.


28/mar/2020

O que é a Hérnia de Disco?

A Hérnia de Disco é uma condição de degeneração de uma estrutura denominada disco intervertebral. Esta é uma das causas mais comuns de dores nas costas. 

É um problema provocado pelo desgaste dos discos intervertebrais estruturais que amortecem o contato entre as vértebras. Quando algum destes discos se rompe ou se desgasta, acaba comprimindo terminações nervosas, causando dores, formigamento ou fraqueza nos braços, tronco ou pernas.

O que causa a Hérnia de Disco?

Na maioria dos casos, a hérnia não surge de forma aguda. Ela costuma ser um processo de estresse e lesão repetitiva do disco. 

Exceto pelos casos de hérnias que surgem após traumas ou quedas, os pacientes não se recordam de um evento específico que tenha desencadeado os sintomas. A dor pode surgir subitamente em repouso.

Como identificar os sintomas da doença?

Os principais são formigamentos e queimações com irradiação para os ombros e braços, perda de força nos braços e pernas (em razão da compressão de algum nervo), atrofia muscular das mãos e rigidez.

Normalmente a dor é bem incômoda e não melhora com a mudança de posição. Algumas pessoas relatam piora quando dormem, devido ao relaxamento do corpo. Isso ocorre, principalmente, porque os discos se reidratam e aumentam o volume, comprimindo ainda mais as raízes nervosas.

Ao identificar estes incômodos ou sensações similares, procure por ajuda médica imediatamente. Mascarar a dor com o uso de medicamentos por conta própria ou “receitas caseiras” é colocar a saúde em risco.

Como funciona o tratamento?

O diagnóstico é feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e a história do paciente. Exames como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

O tratamento conservador, com repouso, fisioterapia, compressas mornas, educação postural e/ou acupuntura, alivia os sintomas em mais de 90% dos pacientes com hérnia de disco. A maioria se recupera, tornando-se aptos a retornar para as suas atividades habituais em um ou dois meses.

E se o tratamento conservador não resolver? 

A cirurgia só é recomendada nos casos graves, em que a dor é insuportável, onde não houve melhora com uso de medicamentos e fisioterapia, ou nos casos onde há perda de força ou de controle dos membros.

O paciente deve ter sido submetido a pelo menos seis meses de tratamento conservador como fisioterapia, analgésicos ou uso de aparelho nas costas, sem apresentar melhora. Além de estar em boa saúde geral, sem sinais de infecção, osteoporose ou artrite. Se houver degeneração que afeta mais de um disco ou dor significativa nas pernas, o paciente não é candidato à cirurgia.


23/mar/2020

Uma prática muito utilizada é a aplicação de compressas após situações de dor, seja decorrente de uma, luxação, contusão, hematoma, entorse ou mesmo inflamação. Existem dois tipos de compressas, a fria e a quente, cada uma é específica para determinados casos. Mas você sabe quando utilizá-las na Recuperação Muscular?

Compressa quente, quando usar?

A compressa quente é ideal para realizar o relaxamento muscular e articular. Pode ser usada nos casos de contraturas nas costas, dores crônicas nas articulações e em qualquer região que o paciente se sinta bem com o calor, pois além do relaxamento, promove também a diminuição da dor.

A compressa quente faz os vasos sanguíneos dilatarem, aumentando o fluxo de sangue na região tratada e facilitando a resposta anti-inflamatória.

E a compressa fria?

O gelo é um anti-inflamatório natural por isso, é indicado para amenizar inflamações ou imediatamente após um trauma local. Acidentes que possam causar edemas ou hematomas, como pancadas e torções devem ser tratados com gelo.

A temperatura fria contrai e diminui o fluxo de fluidos, também agindo como um analgésico, por isso funciona bem após lesões que ocorrem nos esportes de impacto.

As compressas de gelo devem ser evitadas em feridas abertas, queimaduras e locais onde a pele é mais sensível (próximo as genitálias, por exemplo).

E que tal ambos?

Existem casos em que a melhor pedida não é adotar extremos de temperatura isolados e sim a combinação de ambos. A terapia chamada contraste usa a aplicação alternada de compressas frias e quentes para contrair e dilatar seguidamente os vasos sanguíneos, aumentando a circulação no local afetado.

É indicada para infecções, distensões, inflamações e dores de cabeça causadas por tensão nervosa ou muscular.

Tome muito cuidado na hora de fazer a sua compressa, pois você pode queimar a sua pele. Coloque sempre um pano entre o gelo e a pele no caso da compressa gelada. No caso da compressa quente, verifique a temperatura da água antes.

É importante não as deixar em contato com a pele por mais de 25 minutos, e fazer sempre um intervalo de no mínimo 2 horas entre cada aplicação.

 

Precisa de ajuda na sua Recuperação Muscular? Entre em contato Conosco…


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O Instituto Osmar de Oliveira construiu ao longo destes últimos 40 anos uma trajetória de sucesso e profissionalismo, tornando-se referência em São Paulo na área da Ortopedia, Medicina Esportiva e Reabilitação.

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