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03/nov/2020

Dores nos joelhos são comuns no dia a dia. Quem faz muitas atividades físicas pode sentir dores nos joelhos que algumas vezes surge depois de muitos exercícios sem preparo algum, outras vezes como  resultado de uma queda ou trauma e também pode ser um indicativo de lesões ou problemas mais graves nesta articulação.

É preciso entender que essa é uma articulação bastante instável, que está sujeita a lesões e patologias com frequência pelo grande número de vezes em que o joelho é acionado.

O que muitos não sabem é que boa parte desses problemas poderiam ser evitados com um bom trabalho preventivo que envolve o fortalecimento do joelho.

A articulação do joelho está nos membros inferiores e possibilita os movimentos de deslocamentos e transferência de forças entre membros inferiores e quadril. Todo o peso do corpo passa por ele em vários eventos como caminhadas, marchas, saltos e corridas.

Quando os joelhos não estão bem estabilizados, as forças transferidas afetam diretamente as estruturas estabilizadoras com pressão excessiva nos ligamentos, meniscos, tendões e patela.

As principais patologias e lesões do joelho que estão relacionadas com este excesso de pressão são as dores femoropatelares, tendinite do joelho e lesão do menisco.

O mais indicado para prevenção é o fortalecimento de joelho de modo funcional e para tanto precisamos começar pela avaliação onde vão ser analisados desequilíbrios musculares, ativações musculares erradas, músculos tensionados ou encurtados,…

O fortalecimento dos joelhos é imprescindível para trabalhar o corpo de maneira global e naturalmente com um profissional habilitado.

O Instituto Osmar de Oliveira é especializado em recuperação de atletas amadores e profissionais, além de ser referência em fisioterapia em São Paulo. Entre em contato, agende uma consulta e deixe-nos te ajudar!

 


27/out/2020

Articulações, como joelhos e cotovelos, são conexões entre ossos e as dores durante o inverno nessas regiões estão associadas à queda de pressão e temperatura ambientais. As dores tendem a ser ainda mais intensas em locais previamente lesionados ou se a pessoa sofre de alguma doença, como artrite e artrose.

Os músculos se contraem na tentativa de produzir calor, aumentando a tensão nas fibras musculares. 

Outro fator é o fenômeno chamado de vasoconstrição periférica: os vasos sanguíneos das extremidades se contraem e direcionam o sangue para o tronco, a fim de manter uma temperatura favorável aos órgãos vitais (cérebro, coração, pulmão e outros órgãos internos). 

Com isso, os músculos e as articulações recebem um menor aporte sanguíneo, o que acarreta na redução do seu efeito de proteção articular durante o movimento e ficando mais sensível à dor.

Para prevenir as dores articulares, a melhor opção é não ficar parado. Muitos deixam de fazer exercícios com a chegada do frio, mas ficar em movimento é justamente a melhor maneira de evitar os desconfortos físicos trazidos por esta época do ano. 

Durante o exercício, elevamos a nossa temperatura corporal – condição fundamental para a reversão dos processos que causam dores musculares e nas articulares. 

Além disso, fazemos com que o sangue seja bombeado com mais facilidade para locais onde costumamos ter mais frio, como as mãos e os pés, o que também ajuda a nos manter aquecidos.

Se houver persistência ou intensificação dos sintomas, não deixe de buscar orientação e se consulte um médico ortopedista. 

Dores articulares no inverno podem ser indícios de doenças mais preocupantes que requerem tratamento especializado. Somente um profissional qualificado poderá lhe indicar a medicação e os procedimentos adequados. Para isso, não deixe de procurar o Instituto Osmar de Oliveira, estamos à disposição para te orientar da melhor forma!


26/ago/2020

O futebol é o esporte mais amado e praticado do Brasil e sua prática se constitui em uma atividade física muito boa para a saúde e qualidade de vida, mas pode apresentar alguns riscos. Principalmente o futebol amador.

As lesões no futebol não são exclusividade dos jogadores profissionais e estão relacionadas a uma série de fatores como falta de estrutura, além de preparação e condicionamento físico inadequados.

Fique atento durante a prática!

Por se tratar de um esporte de contato, corrida e muito esforço físico, logo, as lesões são inevitáveis e a maioria delas ocorre devido à fadiga muscular causada pela sobrecarga e pouco preparo físico do jogador, daí a importância de sempre se fazer alongamento e aquecimento prévios , pois além de atuar na musculatura vai contribuir para evitar lesões.

As lesões podem ser não-traumáticas ou traumáticas.

As lesões não-traumáticas (ocorrem sozinhas, ou seja sem interferência de algo ou alguém) e são mais comuns entre os goleiros e são caracterizadas pelas tendinites, bursites, lombalgias e traumas na coluna por excesso de esforço e impacto.

Na coxa pode haver estiramento muscular e diversos graus de lesões até a lesão total de algum músculo. Canelites também são frequentes devido à corrida ou sobrecarga física, e, nos pés podem ocorrer lesões por excesso e repetição de movimento como fascites e tendinites.

E as lesões traumáticas?

Lesões traumáticas infelizmente são mais frequentes no esporte amador, devido ao baixo preparo físico e rotina pesada de jogos, e na maioria das vezes sem dedicação à recuperação do atleta.

Os traumas mais comuns durante a prática do futebol amador são nos membros inferiores com lesões de todos os tipos como pisões, joelhadas ou chutes, causando assim contusões,  tendinites, entorses, luxações e traumas outros como fraturas graves e lesões diversas de coluna.

Os ortopedistas são os médicos mais indicados para tratar qualquer patologia voltada para a traumatologia e os médicos do esporte com especialização também em traumatologia pode ser um diferencial no acompanhamento e  orientação da sua atividade esportiva, no caso aqui, o futebol.

Precisa de orientação médica? Entre em contato e agende uma consulta!


19/ago/2020

LER – LESÃO POR ESFORÇO REPETITIVO

DORT – DOENÇA MUSCULAR RELACIONADA AO TRABALHO

A LER/DORT representam um importante problema para qualquer tipo de pessoa.

Por quê tem 2 nomes para a mesma doença? 

Na verdade a doença é a mesma e ela só muda de nome quando se sabe quem é o paciente e qual sua rotina.

Se a dor e o quadro clínico não está relacionado ao trabalho remunerado chamamos de LER, mas se estiver chamamos de DORT, pois isso tem implicações previdenciárias, dentre outros.

Ao contrário do que o nome sugere, esse quadro não aparece somente pela repetição de movimentos. A realização de atividades feitas de forma errada ou com mais força que o normal, também podem causar dores como também de condições inadequadas no ambiente do trabalho, que chamamos de ergonomia.

A LER pode atingir qualquer pessoa que execute determinado movimento repetidamente, seja por digitar no computador, usar o celular, limpar a casa, escrever na lousa, carregar peso, fazer atividades manuais como tricô e crochê, jogar videogame etc…

Alguns fatores de risco contribuem para o desenvolvimento desse problema, tais como postura incorreta, trabalhar com direção (motorista profissional, por exemplo), trabalhar com digitação e várias outras possibilidades que incidem nesse sentido.

A LER costuma se desenvolver de maneira lenta e progressiva no corpo dos pacientes, sendo necessário ter bastante atenção para evitar que ela progrida de maneira grave e que possa comprometer algum tipo de atividade futura do paciente.

Afinal, quais são os sintomas da LER/DORT?

Os sintomas da LER /DORT podem incluir dor, formigamento, dormência, sensação de agulhadas ou pontadas, diminuição da força muscular, inchaço, dificuldade de realizar movimentos, entre outros.

Como funciona o tratamento?

O seu tratamento vai depender de cada caso, do tempo da doença, da idade, da função laboral e do grau de ansiedade do paciente e pode requer medicação, fisioterapia, psicologia e as vezes até procedimentos cirúrgicos.

Além da imobilização e repouso, pode-se também lançar mão do uso do calor e do gelo para alívio da dor. A compressão e elevação pode ajudar a drenar o edema local, quando este se fizer presente.

Entretanto, podem ser utilizados outros métodos de tratamento fisioterápico, sendo que a finalidade sempre será de reduzir a dor, o edema e a inflamação, proporcionando assim uma situação em que se possa normalizar a força muscular e o retorno às atividades, quando possível.

Procure ficar atento ao esforço repetitivo diário! E se precisar de orientação médica, entre em contato conosco e agende a sua consulta!


11/ago/2020

Confira duas dicas de grande valia para continuar usando a esteira sem prejuízos a sua saúde.

O uso da esteira requer pouca preparação física e mantém os benefícios da corrida, além de ser uma opção para aqueles que preferem se exercitar em locais fechados.

A corrida na esteira tem vantagens…

A esteira é um dos aparelhos para exercícios aeróbicos mais utilizados no Brasil.

A corrida na esteira é uma das atividades preferidas e mais indicadas para quem quer perder peso e melhorar o condicionamento físico, e aqui vão outras vantagens:

  • Correr dentro de casa ou academia reduz a sua exposição à acidentes como pisar em um buraco ou até mesmo acidentes de trânsito
  • Na esteira é possível regular uma velocidade constante de corrida potencializando e acelerando os resultados
  • Geralmente as esteiras têm marcador de frequência cardíaca, o que torna possível o seu próprio monitoramento,  além de poder auxiliar nas medidas de emergência quando da  ocorrência de uma taquicardia patológica.

Apesar dos muitos benefícios à saúde e à qualidade de vida, o uso irregular ou exagerado da esteira podem causar graves lesões.

Como evitar?

Confira agora duas dicas para utilizar a esteira de forma saudável. Considere inserir em sua rotina de treinamento para se exercitar da forma correta.

  • Não corra com as pontas dos pés

Muitas pessoas têm este péssimo hábito que deposita todo o peso do corpo numa área do pé que não tem suporte para isso. O ideal é que o calcanhar seja a primeira parte do pé a tocar a esteira, melhorando o desempenho e diminuindo o impacto com o chão.

  • Respeite o limite do seu corpo

A repetição exagerada do movimento pode resultar em sérias lesões. Não ultrapasse os seus limites, respeite o seu corpo para aproveitar da melhor forma os benefícios que a atividade pode oferecer para a sua saúde.

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05/ago/2020

A dor muscular tardia é também conhecida como dor  por microtraumas ou mais comumente como “dor do dia seguinte”.

Ao contrário da dor muscular aguda e imediata durante um exercício físico extenuante – com aquela sensação de queimação dos músculos que todos nós já experimentamos – a dor muscular de início tardio, descrita pelos americanos como “delayed onset muscle soreness” (da sigla DOMS, em inglês), é consequência do processo inflamatório em curso durante exercícios físicos intensos e não pelo acúmulo de lactato (ou ácido lático) que outrora representava a causa da dor muscular.

Apresenta um mecanismo fisiológico distinto da dor muscular aguda. Em situações de exercícios extenuantes, ocorre o acúmulo de ácido lático (ou lactato) que proporciona um ambiente ácido no músculo pela produção de íons hidrogênio e provoca o que é chamado de acidose metabólica e, consequentemente a dor, uma vez que o transtorno na remoção do ácido lático e também de potássio estimula os receptores dolorosos localizados nos músculos liberando assim substâncias conhecidas como prostaglandinas.

O lactato é metabolizado (decomposto) no fígado por um complexo conjunto de reações químicas, chamado de ciclo de Cori, ao mesmo tempo em que o bicarbonato de sódio produzido é decomposto e removido pela respiração.

QUADRO CLÍNICO

O quadro clínico da DOMS é de natureza transitória e caracterizado por dor, edema (inchaço), perda parcial do movimento articular, diminuição da flexibilidade e perda da força muscular do membro afetado.

Internamente, podem ocorrer aumentos dos níveis séricos (sangue) de enzimas como a creatina quinase (CK), desidrogenase lática (LDH), mioglobina e fragmentos da cadeia pesada de miosina.

A medida da CK nos dias seguintes ao exercício orienta a recuperação do atleta, mas seu perfil é individual, ou seja, varia de pessoa para pessoa e não deve ser utilizada com comparações a valores absolutos.

TRATAMENTO

São descritos fatores que atenuam o quadro inflamatório pós-exercício tais como a ingestão  de carboidratos e proteínas, o uso de roupas compressivas (bermudas e meias) e o uso de gelo (crioterapia), indicado pelos estudos como o procedimento mais eficaz no controle da DOMS.

A imersão em gelo deve ser imediata após o exercício, desta forma diminuindo o tempo de recuperação do atleta através da diminuição da temperatura tecidual e da diminuição do metabolismo muscular, provocando um efeito analgésico e atenuando a resposta inflamatória causadora da dor.

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28/jul/2020

Artrite Reumatóide (AR) é uma doença inflamatória crônica e autoimune, que pode afetar várias articulações e também órgãos internos (baço, pulmões, coração e rins). A sua causa é desconhecida e mais frequente no sexo feminino (2:1).  Os seus sintomas se manifestam geralmente entre 30 e 40 anos e sua incidência aumenta com a idade. O seu diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são fundamentais para o controle   da doença e da prevenção ou minimização de sequelas.

QUADRO CLÍNICO

Os sintomas mais comuns são dor, edema, calor e vermelhidão, rigidez matinal e fadiga.  Com a progressão da doença, havendo destruição da cartilagem articular, podem surgir deformidades (nódulos) e incapacidade para realização das atividades tanto da vida diária como da profissional.

DIAGNÓSTICO

Naturalmente o quadro clínico é soberano e é necessário que alguns critérios sejam  levados em conta para se estabelecer a investigação para confirmação diagnóstica, tais como a coleta de sangue para pesquisa de Fator Reumatóide e de VHS e PCR para avaliar a atividade inflamatória da doença, de radiografias de mãos e punhos para surpreender erosões ósseas e deformidades, ou ainda outros tipos de imagens que podem ser solicitadas para melhor elucidação de cada caso.

TRATAMENTO

O profissional mais indicado para realizar o diagnóstico e indicar tratamentos para a artrite reumatóide é o reumatologista.

O tratamento medicamentoso é sempre individualizado  (onde se avalia o estágio, atividade e gravidade da doença) e modificado conforme a resposta de cada paciente, mas invariavelmente vai necessitar de antiinflamatórios e corticóides e as vezes de imunossupressores. Em alguns pacientes há indicação de tratamento cirúrgico,

Fisioterapia e terapia ocupacional contribuem para que o paciente possa continuar a exercer as atividades da vida diária.

Se está buscando orientação profissional ou precisa de fisioterapia, nós estamos aqui para ajudar. Não deixe de agendar uma consulta pelo nosso site! Clique AQUI!


22/jul/2020

Cãibras podem acometer qualquer um, inclusive pessoas saudáveis e com bom condicionamento físico.

Essas contrações musculares dolorosas costumam ocorrer pelos mais diversos motivos e podem acontecer em repouso, durante uma atividade física ou até mesmo no meio da noite durante o sono.

A desidratação proveniente do desgaste físico, o encurtamento muscular que ocorre quando um praticante de corrida tem pouca amplitude de movimento, e a falta de nutrientes, como o sódio e o potássio, são os principais fatores para o aparecimento da câimbra.

E no inverno, o problema tende a piorar porque, nos dias frios, as baixas temperaturas tendem a provocar a chamada constrição vascular (diminuição dos calibres dos vasos sanguíneos), prejudicando a circulação do corpo. Com as terminações nervosas mais sensíveis, o organismo manifesta o problema a partir da contração dos músculos, causando a dor.

Geralmente ocorre na panturrilha, mas também podem acontecer em outros grupos musculares do corpo, como coxa, pés e mãos.

O sintoma mais comum da cãibra é uma dor intensa e aguda, com duração de alguns segundos a 15 minutos. No entanto, em alguns casos, um nódulo protuberante de tecido muscular sob a pele também pode acompanhar uma cãibra.

Como evitar essas dores?

Mantenha-se hidratado, pois a desidratação é a principal causa da ocorrência de cãibras musculares. Procure ingerir pelo menos 2 litros de água diariamente.

Manter uma alimentação saudável e consumir alimentos ricos em minerais, potássio, magnésio e cálcio são estratégias utilizadas para promover a reposição dos nutrientes. Banana, castanha do Pará, aveia, granola e brócolis são algumas das opções.

Fazer exercícios sem exagero e também evitar o sedentarismo. Fazer caminhadas para ativar a circulação, evitar gorduras e excesso de carboidratos (para não “entupir” as artérias). Natação também é uma boa opção, pois trabalha toda a musculatura corporal.

A maioria das cãibras musculares não são graves, mas se forem constantes, procure orientação médica.


14/jul/2020

Segundo dados do Ministério da Saúde do Brasil, as quedas são responsáveis por mais de 61% das admissões de idosos em unidades de pronto atendimento no país. As fraturas em pessoas na Terceira Idade são frequentes e tem sérias consequências.

A terceira idade é caracterizada por uma fase de mais fragilidade e os idosos estão sempre presentes em grupos de risco para diversas doenças.

Os ossos vão perdendo cálcio e ficam mais porosos e consequentemente mais suscetíveis às fraturas.

Convém ressaltar que a queda pode ser um marcador de alguma doença aguda, manifestação de doença crônica ou progressão desta.

Podemos elencar alguns fatores de risco mais comuns para quedas e outros que prejudicam a saúde e a qualidade de vida dos idosos:

  • Restrição da mobilidade
  • Redução da acuidade visual
  • Distúrbios do equilíbrio e da marcha
  • Tonturas
  • Isolamento social

Os locais mais acometidos por fraturas nos idosos estão localizados no punho, úmero, quadril, fêmur e nos corpos vertebrais.

O que fazer no dia-a-dia para reduzir o risco?

Para reduzir o risco de fraturas é importante a prática de exercícios físicos e mudanças na dieta, com a ingestão aumentada de cálcio associada à exposição ao sol durante 15 minutos todos os dias a fim de estimular uma maior produção de vitamina D.

O uso de medicamentos para osteoporose e de suplementos vitamínicos deve ser única e exclusivamente de competência médica, já que o idoso pode ser portador de alguma patologia restritiva ao uso deste ou daquele medicamento.

Outra orientação que se faz necessária é pelas adaptações domiciliares como corrimões, uso de tapetes antiderrapantes no local de banho e, ainda a eliminação de tapetes pela casa.

Finalmente, há que se considerar a necessidade do tratamento coadjuvante da Psicologia em alguns casos.

Precisa de orientação ou buscando a melhor opção para realizar a sua fisioterapia? Entre em contato conosco!


02/jul/2020

O tratamento para a escoliose pode ser dividido em três etapas: observação, uso de colete e cirurgia. Ele depende de fatores como a causa, a idade do paciente, o tamanho e localização da curvatura. Apenas nos casos mais graves em que as dores são incapacitantes que a indicação é o tratamento cirúrgico.

A observação é realizada quando as curvaturas são menores que 25º e 30º em pacientes que estão em crescimento ou em pacientes com curvaturas menores que 45º, que já completaram seu crescimento.

Como funciona o tratamento?

Em crianças muito jovens, o tratamento não é sempre necessário pois a curvatura da coluna vertebral pode melhorar naturalmente à medida que crescem. Se necessário, colete ou moldagem de órtese podem ser utilizados para tentar evitar a progressão da curva.

Nos adultos, a fisioterapia é recomendada como a primeira opção de tratamento para pequenas curvas, com a finalidade de impedir sua progressão. Os principais objetivos do tratamento fisioterapêutico são proporcionar o alongamento das cadeias musculares, aumentar a flexibilidade e mobilidade da coluna e melhorar o padrão postural do paciente.

O uso de colete é indicado para pacientes em crescimento, com curvatura entre 25º e 40º. Existem vários tipos de coletes, mas todos têm a função de prevenir ou diminuir a progressão da escoliose. 

No dia a dia, a prevenção da escoliose se baseia em manter uma boa postura  para evitar ou controlar dores.

O que pode causar mais dor?

Pessoas que passam grandes períodos de tempo sentadas, é importante manter a coluna na vertical, bem alinhada, de forma a não promover a tensão dos músculos cervicais e lombares.

Procurar distribuir uniformemente o peso entre os dois braços e ombros ao carregar peso e procurar o acompanhamento de um profissional durante a prática de exercícios físicos são outras medidas que podem ajudar na prevenção.

Precisa de orientação profissional? Entre em contato com o Instituto Osmar de Oliveira e agende uma consulta!


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O Instituto Osmar de Oliveira construiu ao longo destes últimos 40 anos uma trajetória de sucesso e profissionalismo, tornando-se referência em São Paulo na área da Ortopedia, Medicina Esportiva e Reabilitação.

R. Dona Germaine Burchard, 332 - Perdizes - São Paulo - SP - CEP 05002-061

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