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22/jul/2020

Cãibras podem acometer qualquer um, inclusive pessoas saudáveis e com bom condicionamento físico.

Essas contrações musculares dolorosas costumam ocorrer pelos mais diversos motivos e podem acontecer em repouso, durante uma atividade física ou até mesmo no meio da noite durante o sono.

A desidratação proveniente do desgaste físico, o encurtamento muscular que ocorre quando um praticante de corrida tem pouca amplitude de movimento, e a falta de nutrientes, como o sódio e o potássio, são os principais fatores para o aparecimento da câimbra.

E no inverno, o problema tende a piorar porque, nos dias frios, as baixas temperaturas tendem a provocar a chamada constrição vascular (diminuição dos calibres dos vasos sanguíneos), prejudicando a circulação do corpo. Com as terminações nervosas mais sensíveis, o organismo manifesta o problema a partir da contração dos músculos, causando a dor.

Geralmente ocorre na panturrilha, mas também podem acontecer em outros grupos musculares do corpo, como coxa, pés e mãos.

O sintoma mais comum da cãibra é uma dor intensa e aguda, com duração de alguns segundos a 15 minutos. No entanto, em alguns casos, um nódulo protuberante de tecido muscular sob a pele também pode acompanhar uma cãibra.

Como evitar essas dores?

Mantenha-se hidratado, pois a desidratação é a principal causa da ocorrência de cãibras musculares. Procure ingerir pelo menos 2 litros de água diariamente.

Manter uma alimentação saudável e consumir alimentos ricos em minerais, potássio, magnésio e cálcio são estratégias utilizadas para promover a reposição dos nutrientes. Banana, castanha do Pará, aveia, granola e brócolis são algumas das opções.

Fazer exercícios sem exagero e também evitar o sedentarismo. Fazer caminhadas para ativar a circulação, evitar gorduras e excesso de carboidratos (para não “entupir” as artérias). Natação também é uma boa opção, pois trabalha toda a musculatura corporal.

A maioria das cãibras musculares não são graves, mas se forem constantes, procure orientação médica.


07/nov/2019

Sente dor no joelho após alguns quilômetros de iniciar a corrida?

Você não está sozinho, essa é uma dor muito comum entre os corredores, e é notada na face externa do joelho após poucos quilômetros de corrida.

Essa lesão muitas vezes é reflexo da sobrecarga decorrente da falta de planejamento e preparação física e estima-se que no Brasil tenha cerca de milhões de corredores na rua sem qualquer tipo de orientação.

Outro cenário muito comum, é o de pessoas que migram de repente do sedentarismo para a corrida, e forçam joelhos e tornozelos sem o mínimo de preparação.

Durante o exercício, o impacto contínuo sobre as articulações é de até três vezes o peso do atleta e o sintoma varia com a intensidade e tempo de duração dos exercícios. Na maioria dos casos, a dor some ao fim da corrida.

A doença é conhecida como a Síndrome da Banda Iliotibial, também chamada de “joelho de corredor”.

A estrutura afetada chama-se Trato Iliotibial, e o aumento do atrito entre o trato e a parte externa do joelho (epicôndilo femoral lateral) é a causa da dor.

Para evitar complicações, mantenha um ritmo saudável de exercícios e faça alongamentos.

Procure ajuda médica aos primeiros sintomas.

Machucou? Lesionou? Doeu?

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Há 37 anos referência em Ortopedia, reabilitação e Medicina Esportiva.

 


07/nov/2019

Sente dor no calcanhar quando acaba a corrida?

Essa é uma das lesões que além de gerar incômodos físicos, desanima qualquer um.

Quem corre sabe o quanto é importante cuidar dos pés, qualquer dor ou lesão pode significar o abandono do hobby ou até mesmo de uma prova importante.

Os cuidados começam na escolha dos calçados (desde os usados no dia a dia aos de corrida). Atenção aos alongamentos, e manutenção de frequência e intensidade saudáveis.

Saiba agora quais são as 6 lesões mais comuns entre os corredores e como evitá-las.

  • Bolhas

As bolhas são formadas por uma camada de células mortas que protegem a pele. Apesar de não ser considerada uma grave lesão, as bolhas podem ser muito dolorosas impedir que você realize a atividade.

Para evitá-las, invista em meias próprias para corrida e não exagere nos treinos.

  • Dormência

Essa é mais uma das queixas muito comuns entre os corredores, muitas vezes é causada pelo amarração apertada do tênis; COMO os pés incham durante a corrida, é importante optar sempre por calçados mais confortáveis para evitar o incômodo.

  • Fascite Plantar

Trata-se de uma dor no calcanhar causada pela inflamação da fáscia plantar, que é uma estrutura de proteção dos músculos com poder de absorver os impactos e proteger os ossos do pé.

Ao caminhar ou correr, a planta do pé distribui o peso do corpo e absorve uniformemente os impactos. Com a inflamação, as fibras da fáscia tendem a não funcionar perfeitamente e causar dor, geralmente após PERÍODO DE REPOUSO SEGUIDO DE ATIVIDADE FÍSICA INTENSA

O ideal é realizar alongamento específico para quadril, pernas e pés antes de corrida, além de tomar cuidados com tênis e ajuste da pisada.

  • Pé de atleta

TRATA-se de uma infecção por fungos desenvolvida em áreas úmidas do pé. É transmissível e o atleta também pode ser EXPOSTO PELO contato com superfícies contaminadas, como piso de vestiários por exemplo.

Evite não COMPARTILHAR objetos pessoais, principalmente o chinelo.

  • Joanete

Trata-se de uma deformidade no dedão no pé que, quando em atrito com o calçado, causa dor e processo inflamatório local.

Evite optando sempre por tênis confortáveis e de boa qualidade.

  • Calos

O aparecimento de calos indica que há pressão entre o pé e o calçado usado, para evitar o incômodo, escolha bem os tênis, com numeração e amarração corretas.

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