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19/ago/2020

LER – LESÃO POR ESFORÇO REPETITIVO

DORT – DOENÇA MUSCULAR RELACIONADA AO TRABALHO

A LER/DORT representam um importante problema para qualquer tipo de pessoa.

Por quê tem 2 nomes para a mesma doença? 

Na verdade a doença é a mesma e ela só muda de nome quando se sabe quem é o paciente e qual sua rotina.

Se a dor e o quadro clínico não está relacionado ao trabalho remunerado chamamos de LER, mas se estiver chamamos de DORT, pois isso tem implicações previdenciárias, dentre outros.

Ao contrário do que o nome sugere, esse quadro não aparece somente pela repetição de movimentos. A realização de atividades feitas de forma errada ou com mais força que o normal, também podem causar dores como também de condições inadequadas no ambiente do trabalho, que chamamos de ergonomia.

A LER pode atingir qualquer pessoa que execute determinado movimento repetidamente, seja por digitar no computador, usar o celular, limpar a casa, escrever na lousa, carregar peso, fazer atividades manuais como tricô e crochê, jogar videogame etc…

Alguns fatores de risco contribuem para o desenvolvimento desse problema, tais como postura incorreta, trabalhar com direção (motorista profissional, por exemplo), trabalhar com digitação e várias outras possibilidades que incidem nesse sentido.

A LER costuma se desenvolver de maneira lenta e progressiva no corpo dos pacientes, sendo necessário ter bastante atenção para evitar que ela progrida de maneira grave e que possa comprometer algum tipo de atividade futura do paciente.

Afinal, quais são os sintomas da LER/DORT?

Os sintomas da LER /DORT podem incluir dor, formigamento, dormência, sensação de agulhadas ou pontadas, diminuição da força muscular, inchaço, dificuldade de realizar movimentos, entre outros.

Como funciona o tratamento?

O seu tratamento vai depender de cada caso, do tempo da doença, da idade, da função laboral e do grau de ansiedade do paciente e pode requer medicação, fisioterapia, psicologia e as vezes até procedimentos cirúrgicos.

Além da imobilização e repouso, pode-se também lançar mão do uso do calor e do gelo para alívio da dor. A compressão e elevação pode ajudar a drenar o edema local, quando este se fizer presente.

Entretanto, podem ser utilizados outros métodos de tratamento fisioterápico, sendo que a finalidade sempre será de reduzir a dor, o edema e a inflamação, proporcionando assim uma situação em que se possa normalizar a força muscular e o retorno às atividades, quando possível.

Procure ficar atento ao esforço repetitivo diário! E se precisar de orientação médica, entre em contato conosco e agende a sua consulta!


05/ago/2020

A dor muscular tardia é também conhecida como dor  por microtraumas ou mais comumente como “dor do dia seguinte”.

Ao contrário da dor muscular aguda e imediata durante um exercício físico extenuante – com aquela sensação de queimação dos músculos que todos nós já experimentamos – a dor muscular de início tardio, descrita pelos americanos como “delayed onset muscle soreness” (da sigla DOMS, em inglês), é consequência do processo inflamatório em curso durante exercícios físicos intensos e não pelo acúmulo de lactato (ou ácido lático) que outrora representava a causa da dor muscular.

Apresenta um mecanismo fisiológico distinto da dor muscular aguda. Em situações de exercícios extenuantes, ocorre o acúmulo de ácido lático (ou lactato) que proporciona um ambiente ácido no músculo pela produção de íons hidrogênio e provoca o que é chamado de acidose metabólica e, consequentemente a dor, uma vez que o transtorno na remoção do ácido lático e também de potássio estimula os receptores dolorosos localizados nos músculos liberando assim substâncias conhecidas como prostaglandinas.

O lactato é metabolizado (decomposto) no fígado por um complexo conjunto de reações químicas, chamado de ciclo de Cori, ao mesmo tempo em que o bicarbonato de sódio produzido é decomposto e removido pela respiração.

QUADRO CLÍNICO

O quadro clínico da DOMS é de natureza transitória e caracterizado por dor, edema (inchaço), perda parcial do movimento articular, diminuição da flexibilidade e perda da força muscular do membro afetado.

Internamente, podem ocorrer aumentos dos níveis séricos (sangue) de enzimas como a creatina quinase (CK), desidrogenase lática (LDH), mioglobina e fragmentos da cadeia pesada de miosina.

A medida da CK nos dias seguintes ao exercício orienta a recuperação do atleta, mas seu perfil é individual, ou seja, varia de pessoa para pessoa e não deve ser utilizada com comparações a valores absolutos.

TRATAMENTO

São descritos fatores que atenuam o quadro inflamatório pós-exercício tais como a ingestão  de carboidratos e proteínas, o uso de roupas compressivas (bermudas e meias) e o uso de gelo (crioterapia), indicado pelos estudos como o procedimento mais eficaz no controle da DOMS.

A imersão em gelo deve ser imediata após o exercício, desta forma diminuindo o tempo de recuperação do atleta através da diminuição da temperatura tecidual e da diminuição do metabolismo muscular, provocando um efeito analgésico e atenuando a resposta inflamatória causadora da dor.

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28/jul/2020

Artrite Reumatóide (AR) é uma doença inflamatória crônica e autoimune, que pode afetar várias articulações e também órgãos internos (baço, pulmões, coração e rins). A sua causa é desconhecida e mais frequente no sexo feminino (2:1).  Os seus sintomas se manifestam geralmente entre 30 e 40 anos e sua incidência aumenta com a idade. O seu diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são fundamentais para o controle   da doença e da prevenção ou minimização de sequelas.

QUADRO CLÍNICO

Os sintomas mais comuns são dor, edema, calor e vermelhidão, rigidez matinal e fadiga.  Com a progressão da doença, havendo destruição da cartilagem articular, podem surgir deformidades (nódulos) e incapacidade para realização das atividades tanto da vida diária como da profissional.

DIAGNÓSTICO

Naturalmente o quadro clínico é soberano e é necessário que alguns critérios sejam  levados em conta para se estabelecer a investigação para confirmação diagnóstica, tais como a coleta de sangue para pesquisa de Fator Reumatóide e de VHS e PCR para avaliar a atividade inflamatória da doença, de radiografias de mãos e punhos para surpreender erosões ósseas e deformidades, ou ainda outros tipos de imagens que podem ser solicitadas para melhor elucidação de cada caso.

TRATAMENTO

O profissional mais indicado para realizar o diagnóstico e indicar tratamentos para a artrite reumatóide é o reumatologista.

O tratamento medicamentoso é sempre individualizado  (onde se avalia o estágio, atividade e gravidade da doença) e modificado conforme a resposta de cada paciente, mas invariavelmente vai necessitar de antiinflamatórios e corticóides e as vezes de imunossupressores. Em alguns pacientes há indicação de tratamento cirúrgico,

Fisioterapia e terapia ocupacional contribuem para que o paciente possa continuar a exercer as atividades da vida diária.

Se está buscando orientação profissional ou precisa de fisioterapia, nós estamos aqui para ajudar. Não deixe de agendar uma consulta pelo nosso site! Clique AQUI!


14/jul/2020

Segundo dados do Ministério da Saúde do Brasil, as quedas são responsáveis por mais de 61% das admissões de idosos em unidades de pronto atendimento no país. As fraturas em pessoas na Terceira Idade são frequentes e tem sérias consequências.

A terceira idade é caracterizada por uma fase de mais fragilidade e os idosos estão sempre presentes em grupos de risco para diversas doenças.

Os ossos vão perdendo cálcio e ficam mais porosos e consequentemente mais suscetíveis às fraturas.

Convém ressaltar que a queda pode ser um marcador de alguma doença aguda, manifestação de doença crônica ou progressão desta.

Podemos elencar alguns fatores de risco mais comuns para quedas e outros que prejudicam a saúde e a qualidade de vida dos idosos:

  • Restrição da mobilidade
  • Redução da acuidade visual
  • Distúrbios do equilíbrio e da marcha
  • Tonturas
  • Isolamento social

Os locais mais acometidos por fraturas nos idosos estão localizados no punho, úmero, quadril, fêmur e nos corpos vertebrais.

O que fazer no dia-a-dia para reduzir o risco?

Para reduzir o risco de fraturas é importante a prática de exercícios físicos e mudanças na dieta, com a ingestão aumentada de cálcio associada à exposição ao sol durante 15 minutos todos os dias a fim de estimular uma maior produção de vitamina D.

O uso de medicamentos para osteoporose e de suplementos vitamínicos deve ser única e exclusivamente de competência médica, já que o idoso pode ser portador de alguma patologia restritiva ao uso deste ou daquele medicamento.

Outra orientação que se faz necessária é pelas adaptações domiciliares como corrimões, uso de tapetes antiderrapantes no local de banho e, ainda a eliminação de tapetes pela casa.

Finalmente, há que se considerar a necessidade do tratamento coadjuvante da Psicologia em alguns casos.

Precisa de orientação ou buscando a melhor opção para realizar a sua fisioterapia? Entre em contato conosco!


02/jul/2020

O tratamento para a escoliose pode ser dividido em três etapas: observação, uso de colete e cirurgia. Ele depende de fatores como a causa, a idade do paciente, o tamanho e localização da curvatura. Apenas nos casos mais graves em que as dores são incapacitantes que a indicação é o tratamento cirúrgico.

A observação é realizada quando as curvaturas são menores que 25º e 30º em pacientes que estão em crescimento ou em pacientes com curvaturas menores que 45º, que já completaram seu crescimento.

Como funciona o tratamento?

Em crianças muito jovens, o tratamento não é sempre necessário pois a curvatura da coluna vertebral pode melhorar naturalmente à medida que crescem. Se necessário, colete ou moldagem de órtese podem ser utilizados para tentar evitar a progressão da curva.

Nos adultos, a fisioterapia é recomendada como a primeira opção de tratamento para pequenas curvas, com a finalidade de impedir sua progressão. Os principais objetivos do tratamento fisioterapêutico são proporcionar o alongamento das cadeias musculares, aumentar a flexibilidade e mobilidade da coluna e melhorar o padrão postural do paciente.

O uso de colete é indicado para pacientes em crescimento, com curvatura entre 25º e 40º. Existem vários tipos de coletes, mas todos têm a função de prevenir ou diminuir a progressão da escoliose. 

No dia a dia, a prevenção da escoliose se baseia em manter uma boa postura  para evitar ou controlar dores.

O que pode causar mais dor?

Pessoas que passam grandes períodos de tempo sentadas, é importante manter a coluna na vertical, bem alinhada, de forma a não promover a tensão dos músculos cervicais e lombares.

Procurar distribuir uniformemente o peso entre os dois braços e ombros ao carregar peso e procurar o acompanhamento de um profissional durante a prática de exercícios físicos são outras medidas que podem ajudar na prevenção.

Precisa de orientação profissional? Entre em contato com o Instituto Osmar de Oliveira e agende uma consulta!


07/nov/2019

“Tenho artrose no quadril e agora?”

Tão comum quanto o acometimento da artrose nas costas, a artrose no quadril também chamada de osteoartrose ou coxartrose é causada por um desgaste da articulação que provoca dores intensas no quadril.

Geralmente se apresenta durante o dia, ao andar ou permanecer sentado por muito tempo.

O quadril é a junta que liga o osso da coxa (fêmur) ao osso da bacia (acetábulo) permitindo os movimentos dos membros inferior, por isso, é responsável por sustentar boa parte do corpo.

Pessoas acima dos 45 anos são mais frequentemente acometidas, mas pode acontecer também com os mais jovens.

O tratamento é baseado no alívio de sintomas com uso de medicamentos e sessões de fisioterapia; cirúrgicas são indicadas em último caso, quando não há melhora com o tratamento clínico. Ambas as intervenções devem ser sempre indicadas e orientadas pelo médico ortopedista.

Na cirurgia é feita a substituição da articulação com desgaste pela prótese de quadril.

Para evitar complicações de um diagnóstico tardio, fique atento aos principais sintomas:

  • Dor no quadril, que piora ao andar, ficar sentado por muito tempo ou ao deitar de lado sobre a articulação afetada;
  • Dificuldade de cortar as unhas dos pés, calçar meias, amarrar o sapato ou levantar da cadeira, cama ou sofá que sejam mais baixos.
  • Andar mancando;
  • Sensação de dormência ou formigamento nas pernas;
  • A dor pode ir do quadril até o joelho na parte interna da perna;
  • Dor em queimação na batata da perna;
  • Dificuldade para movimentar a perna pela manhã;
  • Sensação de areia ao mexer a articulação.

Machucou? Lesionou? Doeu?

Instituto Osmar de Oliveira

Há 37 anos referência em Ortopedia, reabilitação e Medicina Esportiva.


07/nov/2019

Sente dor no calcanhar quando acaba a corrida?

Essa é uma das lesões que além de gerar incômodos físicos, desanima qualquer um.

Quem corre sabe o quanto é importante cuidar dos pés, qualquer dor ou lesão pode significar o abandono do hobby ou até mesmo de uma prova importante.

Os cuidados começam na escolha dos calçados (desde os usados no dia a dia aos de corrida). Atenção aos alongamentos, e manutenção de frequência e intensidade saudáveis.

Saiba agora quais são as 6 lesões mais comuns entre os corredores e como evitá-las.

  • Bolhas

As bolhas são formadas por uma camada de células mortas que protegem a pele. Apesar de não ser considerada uma grave lesão, as bolhas podem ser muito dolorosas impedir que você realize a atividade.

Para evitá-las, invista em meias próprias para corrida e não exagere nos treinos.

  • Dormência

Essa é mais uma das queixas muito comuns entre os corredores, muitas vezes é causada pelo amarração apertada do tênis; COMO os pés incham durante a corrida, é importante optar sempre por calçados mais confortáveis para evitar o incômodo.

  • Fascite Plantar

Trata-se de uma dor no calcanhar causada pela inflamação da fáscia plantar, que é uma estrutura de proteção dos músculos com poder de absorver os impactos e proteger os ossos do pé.

Ao caminhar ou correr, a planta do pé distribui o peso do corpo e absorve uniformemente os impactos. Com a inflamação, as fibras da fáscia tendem a não funcionar perfeitamente e causar dor, geralmente após PERÍODO DE REPOUSO SEGUIDO DE ATIVIDADE FÍSICA INTENSA

O ideal é realizar alongamento específico para quadril, pernas e pés antes de corrida, além de tomar cuidados com tênis e ajuste da pisada.

  • Pé de atleta

TRATA-se de uma infecção por fungos desenvolvida em áreas úmidas do pé. É transmissível e o atleta também pode ser EXPOSTO PELO contato com superfícies contaminadas, como piso de vestiários por exemplo.

Evite não COMPARTILHAR objetos pessoais, principalmente o chinelo.

  • Joanete

Trata-se de uma deformidade no dedão no pé que, quando em atrito com o calçado, causa dor e processo inflamatório local.

Evite optando sempre por tênis confortáveis e de boa qualidade.

  • Calos

O aparecimento de calos indica que há pressão entre o pé e o calçado usado, para evitar o incômodo, escolha bem os tênis, com numeração e amarração corretas.

Machucou? Lesionou? Doeu?

Instituto Osmar de Oliveira

Há 37 anos referência em Ortopedia, reabilitação e Medicina Esportiva.


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05/jul/2019

“Tenho artrose no quadril e agora?” 

Como essa pergunta é frequentemente realizada pelos pacientes, hoje o um dos nossos especialistas em quadril, Dr. Ricardo Marques, irá responde-la.

Tão comum quanto o acometimento da artrose nas costas, a artrose no quadril também chamada de osteoartrose ou coxartrose é causada por um desgaste da articulação que provoca dores intensas no quadril.

Geralmente se apresenta durante o dia, ao andar ou permanecer sentado por muito tempo.

O quadril é a junta que liga o osso da coxa (fêmur) ao osso da bacia (acetabulo) permitindo os movimentos dos membros inferior, por isso, é responsável por sustentar boa parte do corpo.

Pessoas acima dos 45 anos são mais frequentemente acometidas, mas pode acontecer também com os mais jovens.

O tratamento é baseado no alívio de sintomas com uso de medicamentos e sessões de fisioterapia; cirúrgicas são indicadas em último caso, quando não há melhora com o tratamento clínico. Ambas as intervenções devem ser sempre indicadas e orientadas pelo médico ortopedista.

Na cirurgia é feita a substituição da articulação com desgaste pela prótese de quadril.

Sintomas

Para evitar complicações de um diagnóstico tardio, fique atento aos principais sintomas:

  • Dor no quadril, que piora ao andar, ficar sentado por muito tempo ou ao deitar de lado sobre a articulação afetada;
  • Dificuldade de cortar as unhas dos pés, calçar meias, amarrar o sapato ou levantar da cadeira, cama ou sofá que sejam mais baixos.
  • Andar mancando;
  • Sensação de dormência ou formigamento nas pernas;
  • A dor pode ir do quadril até o joelho na parte interna da perna;
  • Dor em queimação na batata da perna;
  • Dificuldade para movimentar a perna pela manhã;
  • Sensação de areia ao mexer a articulação.

Machucou? Lesionou? Doeu?
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02/fev/2018

A lombalgia se refere aos quadros dolorosos na região inferior das costas, entre a última costela e a pelve (bacia). Sabe-se que 85% da população mundial em algum momento da vida irá sofrer com esta condição. Sua gravidade é muitas vezes desprezada pela crença de que é uma condição passageira e benigna. No entanto, a […]


10/nov/2017

Um teste de densidade óssea diz se você tem uma densidade óssea normal, baixa densidade óssea (osteopenia) ou osteoporose. É o único teste que pode diagnosticar a osteoporose. A baixa densidade óssea aumenta o risco de um osso ser fraturado. Um teste de densidade óssea pode ajudar você e seu médico: saberem se você tem “ossos fracos” ou […]


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