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14/jul/2020

Segundo dados do Ministério da Saúde do Brasil, as quedas são responsáveis por mais de 61% das admissões de idosos em unidades de pronto atendimento no país. As fraturas em pessoas na Terceira Idade são frequentes e tem sérias consequências.

A terceira idade é caracterizada por uma fase de mais fragilidade e os idosos estão sempre presentes em grupos de risco para diversas doenças.

Os ossos vão perdendo cálcio e ficam mais porosos e consequentemente mais suscetíveis às fraturas.

Convém ressaltar que a queda pode ser um marcador de alguma doença aguda, manifestação de doença crônica ou progressão desta.

Podemos elencar alguns fatores de risco mais comuns para quedas e outros que prejudicam a saúde e a qualidade de vida dos idosos:

  • Restrição da mobilidade
  • Redução da acuidade visual
  • Distúrbios do equilíbrio e da marcha
  • Tonturas
  • Isolamento social

Os locais mais acometidos por fraturas nos idosos estão localizados no punho, úmero, quadril, fêmur e nos corpos vertebrais.

O que fazer no dia-a-dia para reduzir o risco?

Para reduzir o risco de fraturas é importante a prática de exercícios físicos e mudanças na dieta, com a ingestão aumentada de cálcio associada à exposição ao sol durante 15 minutos todos os dias a fim de estimular uma maior produção de vitamina D.

O uso de medicamentos para osteoporose e de suplementos vitamínicos deve ser única e exclusivamente de competência médica, já que o idoso pode ser portador de alguma patologia restritiva ao uso deste ou daquele medicamento.

Outra orientação que se faz necessária é pelas adaptações domiciliares como corrimões, uso de tapetes antiderrapantes no local de banho e, ainda a eliminação de tapetes pela casa.

Finalmente, há que se considerar a necessidade do tratamento coadjuvante da Psicologia em alguns casos.

Precisa de orientação ou buscando a melhor opção para realizar a sua fisioterapia? Entre em contato conosco!


24/jun/2020

Quem tem joanete sabe muito bem o sofrimento que é: a dor intensa causada por esse problema acaba com o bom humor de qualquer pessoa. 

Mas afinal, o que causa a joanete?

A pressão exercida sobre os dedos pelos sapatos, principalmente os de ponta fina, é uma das causas do surgimento do joanete, embora se saiba que a herança genética seja a causa mais importante.

Além disso, é mais comum em mulheres e é mais frequente na população acima de 40 anos.

Também há fatores traumáticos (como fraturas mal consolidadas e lesões ligamentares na articulação do metatarso com o dedo), além de causas congênitas e doenças inflamatórias.

O joanete habitualmente vem associado com uma deformidade desse dedo, o hálux valgo, patologia que pode propiciar a degeneração da articulação do primeiro dedo do pé, fazendo com que ele se deforme.

Quem tem joanete sente essa proeminência óssea dolorida, mas a dor pode se estender para os demais dedos, pois existe a tendência de jogar o peso do corpo para eles para evitar o desconforto no local afetado. Assim, a pessoa sente dificuldade para caminhar e usar alguns tipos de calçados.

Como funciona o diagnóstico?

O diagnóstico do joanete é eminentemente clínico, baseado na história clínica e na observação direta.

O ortopedista é o médico mais indicado para fazer este diagnóstico e avaliar a melhor conduta para cada paciente.

Quando não há dor, alguns tratamentos convencionais podem ajudar a aliviar os sintomas, apesar de não conseguirem corrigir a deformidade.

Nesses casos, são usados protetores de silicone sobre a protuberância, afastadores de dedos para evitar que o dedão se sobreponha ao segundo dedo do pé e palmilhas especiais feitas sob medida. 

Também é muito importante que o paciente avalie melhor os calçados que utiliza, buscando sapatos mais confortáveis e ‘largos’ para os dedos. 

Entretanto, o mais importante no joanete e nos outros transtornos dos pés é o acompanhamento médico e de preferência com o ortopedista especialista em pé.


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30/mar/2020

Para que possamos manter a saúde de nossos pés, que suportam todo o peso de nosso corpo, é importante revermos nossos conceitos, priorizando a acomodação correta dos pés nos calçados com conforto e estabilidade. Isso pode ser feito com as palmilhas e sapatos ortopédicos que temos no mercado atualmente.

Como acontece de forma silenciosa, as dores e os problemas só são percebidos com o tempo. E cuidar da saúde envolve não apenas manter uma alimentação balanceada e ter boas noites de sono, mas também optar por formas de deixar o corpo confortável, como o uso de palmilhas e sapatos ortopédicos.

Qual a finalidade dos sapatos ortopédicos?

O uso dos sapatos ortopédicos foca em melhorar, aliviar e corrigir os mais diversos problemas nos pés de quem sofre algum problema. Esses calçados ajudam a pessoa a não ter mais incômodos e ter uma vida totalmente normal.

Por fazer com que seu peso e todo impacto seja distribuído da maneira mais apropriada ao caminhar, o fluxo sanguíneo será estimulado pela diminuição na tensão. Esse é um benefício muito valioso dos sapatos ortopédicos para aqueles que possuem problemas como diabetes, obesidade ou que tenham o risco de desenvolver doenças como a trombose.

Outras áreas do corpo também são beneficiadas pelo uso do tênis ortopédico, que reduz lesões nos tornozelo e dores no calcanhar.

Qual a diferença das palmilhas ortopédicas para as normais?

Diferentemente das palmilhas ortopédicas, as palmilhas tradicionais que já vêm acompanhadas do calçado não possuem nenhum tipo de padronização. Cada marca escolhe o modelo de acordo com custo de produção, sem se importar com a saúde dos usuários.

A vantagem de usar palmilhas ortopédicas começa com a possibilidade de adaptação à anatomia do seu pé. Elas são fabricadas de forma personalizada levando em consideração o tipo de pisada e postura corporal de cada um, podendo corrigir até mesmo deficiências anatômicas.

Algumas são até mesmo confeccionadas com silicone e possuem boa resistência e capacidade de amortecimento, proporcionando um alto grau de absorção de impactos. São macias e flexíveis, ideais para prática de esportes e para o uso diário.

Como saber se preciso utilizar?

Procure orientação com um médico profissional para saber se você tem algum problema de postura ou na coluna que pode ser corrigido com as palmilhas e sapatos ortopédicos. Ele indicará o melhor modelo e a frequência de uso mais adequada.


28/mar/2020

O que é a Hérnia de Disco?

A Hérnia de Disco é uma condição de degeneração de uma estrutura denominada disco intervertebral. Esta é uma das causas mais comuns de dores nas costas. 

É um problema provocado pelo desgaste dos discos intervertebrais estruturais que amortecem o contato entre as vértebras. Quando algum destes discos se rompe ou se desgasta, acaba comprimindo terminações nervosas, causando dores, formigamento ou fraqueza nos braços, tronco ou pernas.

O que causa a Hérnia de Disco?

Na maioria dos casos, a hérnia não surge de forma aguda. Ela costuma ser um processo de estresse e lesão repetitiva do disco. 

Exceto pelos casos de hérnias que surgem após traumas ou quedas, os pacientes não se recordam de um evento específico que tenha desencadeado os sintomas. A dor pode surgir subitamente em repouso.

Como identificar os sintomas da doença?

Os principais são formigamentos e queimações com irradiação para os ombros e braços, perda de força nos braços e pernas (em razão da compressão de algum nervo), atrofia muscular das mãos e rigidez.

Normalmente a dor é bem incômoda e não melhora com a mudança de posição. Algumas pessoas relatam piora quando dormem, devido ao relaxamento do corpo. Isso ocorre, principalmente, porque os discos se reidratam e aumentam o volume, comprimindo ainda mais as raízes nervosas.

Ao identificar estes incômodos ou sensações similares, procure por ajuda médica imediatamente. Mascarar a dor com o uso de medicamentos por conta própria ou “receitas caseiras” é colocar a saúde em risco.

Como funciona o tratamento?

O diagnóstico é feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e a história do paciente. Exames como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

O tratamento conservador, com repouso, fisioterapia, compressas mornas, educação postural e/ou acupuntura, alivia os sintomas em mais de 90% dos pacientes com hérnia de disco. A maioria se recupera, tornando-se aptos a retornar para as suas atividades habituais em um ou dois meses.

E se o tratamento conservador não resolver? 

A cirurgia só é recomendada nos casos graves, em que a dor é insuportável, onde não houve melhora com uso de medicamentos e fisioterapia, ou nos casos onde há perda de força ou de controle dos membros.

O paciente deve ter sido submetido a pelo menos seis meses de tratamento conservador como fisioterapia, analgésicos ou uso de aparelho nas costas, sem apresentar melhora. Além de estar em boa saúde geral, sem sinais de infecção, osteoporose ou artrite. Se houver degeneração que afeta mais de um disco ou dor significativa nas pernas, o paciente não é candidato à cirurgia.


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O Instituto Osmar de Oliveira construiu ao longo destes últimos 39 anos uma trajetória de sucesso e profissionalismo, tornando-se referência em São Paulo na área da Ortopedia, Medicina Esportiva e Reabilitação.

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