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18/jul/2021

Se você sofre com dor ciática (no nervo ciático), entenda que os sintomas podem ser causados por um problema na coluna lombar tais como hérnias de disco ou doenças degenerativas ao exemplo da artrose.

Em geral os sintomas costumam ser de “travamento” lombar e dor em queimação, fisgada e/ou choque que se inicia na região lombar baixa e percorre da nádega até o pé. A dor seguir todo este trajeto não é regra, podendo haver variações no território de irradiação. Algumas pessoas sentem a dor pela parte posterior da perna, outras pela lateral, podendo ainda aparecer de forma mista. Atividades cotidianas como sentar, espirrar e tossir podem intensificar muito a dor, que pode ser constante ou apenas se manifestar durante algum tipo de movimento ou esforço específicos.

Normalmente a primeira opção de tratamento é o não cirúrgico, onde são indicados medicamentos analgésicos de diversos tipos e acompanhamento com fisioterapia. A imobilidade deve ser evitada sempre que a intensidade de dor do paciente permitir.

Quando as primeiras medidas clínicas falham em proporcionar alívio,  ainda podemos indicar em casos selecionados a infiltração lombar, que consiste em uma modalidade de tratamento minimamente invasivo para dor com agulhamento. É uma técnica com excelentes resultados para o alívio da dor e auxílio às demais medidas não cirúrgicas indicadas inicialmente.

Por fim, na persistência da dor por mais de 6 semanas ou incapacidade do paciente por alta intensidade dolorosa e/ou déficit neurológico, com o diagnóstico preciso da causa responsável pela compressão do nervo ciático, é indicado o tratamento cirúrgico.

Uma das técnicas existentes é a endoscópica( por vídeo), chamada de minimamente invasiva, realizada por meio de incisão na pele de no máximo 1cm. Outra técnica é a tradicional, conhecida por cirurgia aberta. O objetivo dos procedimentos é aliviar os sintomas e prevenir mais danos, removendo a causa da compressão sobre as raízes do nervo espinhal.

Para determinar o procedimento cirúrgico ideal o médico cirurgião considera o quadro clínico do paciente como um todo (as alterações estruturais e funcionais da coluna que levaram à disfunção do paciente, o nível ou níveis da coluna afetados, histórico médico), de forma a obter o melhor resultado com a maior segurança possível.

Para o período pós-cirúrgico são dadas orientações pelo médico de acordo com as peculiaridades de cada caso. Há recomendações simples tais como evitar a imobilidade e esforços físicos exagerados, cuidados para limpeza e cicatrização da ferida operatória, além de fisioterapia e medicamentos analgésicos. Uma alimentação saudável também colabora para a recuperação mais rápida.

Caso tenha alguma dúvida mesmo após a leitura deste artigo, marque uma consulta conosco. O Instituto Osmar de Oliveira está disponível para avaliar o seu caso e encontrar o tratamento ideal para o seu problema.


23/maio/2021

Você sabe o que é Ergonomia? Trata-se de uma ciência que busca entender e melhorar a relação do ser humano com suas condições de trabalho, estabelecendo regras e normas para promover melhorias no dia a dia do trabalhador.

A Ergonomia possui 3 vertentes muito importantes, sendo elas a física, a organizacional e a cognitiva. Hoje iremos abordar a física. 

Algumas atividades que muitas vezes parecem simples, podem oferecer riscos à saúde do colaborador:

1 – Rotinas de Trabalho: Ficar sentado horas em frente ao computador, pode gerar dores nas costas, problemas de visão dentre outros.

2 – Trabalhos exaustivos e repetitivos: Geralmente acabam evoluindo lesões causadas por esforço repetitivo, chamada de LER.

3 – Equipamentos relacionados a Segurança do Trabalho: Em diversos casos de trabalhos manuais, a falta dos equipamentos de segurança corretos, expõe o colaborador ao perigo desnecessário que podem provocar acidentes de trabalho. 

E quais são os benefícios da Ergonomia no ambiente de trabalho? Os benefícios são mútuos tanto ao colaborador quanto à empresa, pois a melhora na qualidade de vida daquele colaborador aumenta a produtividade e ajuda o clima organizacional da empresa. 

Fique atento a sua postura e dedique alguns minutos do seu dia para alongamentos, isso irá lhe ajudar muito na prevenção de dores localizadas.

Ficou com dúvidas? Envie um direct, será um prazer falar com você!


05/maio/2021

A Dor na Coluna é um mal que assombra mais de 29 milhões de brasileiros atualmente através de diversas patologias. Sendo a segunda maior queixa e causa de afastamentos de trabalho no Brasil.

E muitas pessoas possuem receio de ir a um Ortopedista Especialista em Coluna por temer uma indicação de um procedimento cirúrgico, mas saiba que o procedimento cirúrgico é sempre a última opção, e que hoje temos diversos tratamentos não cirúrgicos com altas taxas de sucesso.

1- RPG, como seu próprio nome diz, Reeducação Postural Global, que consiste em exercícios e posturas usadas dentro da fisioterapia para combater alterações da coluna como escoliose, hipercifose “corcunda” e hiperlordose.

2- Cinesioterapia, um conjunto de exercícios terapêuticos que ajudam na reabilitação de diversas situações, fortalecendo e alongando os músculos. Esses exercícios devem ser orientados por um fisioterapeuta de forma individual, respeitando os limites de cada paciente.

3- RMA (Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral), é uma prática desenvolvida com o foco em um trabalho manual de Fisioterapia, onde também são usadas tecnologias como mesas de tração e descompressão e exercícios de Musculação.

A medicina e a fisioterapia evoluem diariamente nos tratamentos das dores na Coluna, por isso lembre-se sempre de procurar a opinião destes profissionais para um tratamento adequado e qualificado.

Não deixe de tratar suas dores, o Instituto Osmar de Oliveira e seus profissionais estão à disposição para dúvidas e esclarecimentos. Entre em contato conosco e marque uma consulta. Estamos seguindo todos os protocolos de segurança para evitar aglomerações e o contágio pela COVID-19.


22/mar/2021

Devido a um crescente número de praticantes de atividade física ocorre um aumento equitativo de lesões voltadas para o aparelho locomotor. Atualmente temos um número acentuado de pessoas que ao praticarem atividades físicas, o fazem sem orientação e pior entram em overuse.

Diante disso nos deparamos com dores nas pernas de corredores, saltadores e praticantes de atividades de impacto que podem ter várias causas: musculares, tendinosas ou ósseas.

Duas delas, apesar de apresentarem semelhanças clínicas, mostram graus de gravidade bem diferentes. São elas a canelite e a fratura por estresse.

As canelites se localizam  na região posteromedial do terço médio para distal da tíbia, melhorando com o repouso e a dor também piora com o exercício, desaparecendo com o aquecimento e podendo ressurgir no final do treino

A canelite é causada por microtraumas em esforços repetidos no tecido conjuntivo que envolve o osso da tíbia – periósteo. Estas lesões podem  agravar os sintomas ou resultar em uma condição mais grave, a fratura por estresse.

As fraturas por estresse são mais comuns no terço proximal ou distal da tíbia e a dor se intensifica com o exercício, a qual se manifesta  tanto na percussão quanto na palpação óssea.

Acometem pessoas mais jovens como recrutas militares, bailarinos, esportistas (especialmente corredores) que são submetidas a intensa atividade física.. É notadamente mais frequente no sexo feminino.

Os riscos da fratura por estresse são influenciados por vários fatores que são divididos em:

  • Intrínsecos gerais (sexo, idade, etnia e força muscular)
  • Extrínsecos
  • gerais (regime de treinamento, tipo de calçado usado, superfície de treinamento e tipo de esporte)
  • biomecânicos (densidade mineral óssea e geometria do osso)
  • anatômicos (morfologia do pé, discrepância do comprimento da perna e alinhamento do joelho)
  • hormonais (menarca atrasada, distúrbios menstruais e contraceptivos)
  • nutricionais (deficiência de cálcio e vitamina D, desordens alimentares e a tríade da atleta mulher)

Os exames de imagem e ai se incluem as radiografias também são fundamentais para se estabelecer o grau de acometimento e nortear o tratamento.

O tratamento inicialmente se faz a base de crioterapia e fisioterapia clássica , associadas a medicação anti-inflamatória a fim de reduzir a síntese de prostaglandinas e com isso diminuir os efeitos da inflamação; analgésicos, se necessário. Quando o quadro álgico estiver controlado se faz necessário exercícios de fortalecimento e alongamentos de membros inferiores.

O retorno às atividades físicas deve ser feito com cautela e as atividades aquáticas (natação e hidroginástica) e sem impacto são as melhores opções.


18/mar/2021

Também conhecida como teste da pisada, a baropodometria é um recurso que permite uma análise de possíveis problemas nos pés, tornozelos e joelhos e com isso poder orientar uma forma de evitar lesões nessas articulações, bem como nos quadris.

Os nossos pés representam a principal fonte de sustentação do nosso corpo, pois são eles que recebem a maior carga ao tocar o chão ao longo do dia.

Dores nas pernas, joelhos e até mesmo na coluna poderiam ser evitadas ou solucionadas se o paciente distribuísse de forma correta o peso e impacto do corpo enquanto caminha ou corre.

A baropodometria  é orientada para aqueles que possuem algum sintoma, mas também pode ser feito por pessoas que querem saber mais sobre seu pé e sua pisada e identificar fatores de risco para lesões.

É realizado através de duas etapas:

Análise estática – o paciente parado em cima de uma plataforma durante um curto período pré-estabelecido.

Ocorre a avaliação e análise do tipo de pés (plano, cavo, normal), centro de gravidade e picos de maior pressão plantar.

Com base nessas análises, pode se evidenciar alterações estruturais e posturais e se o indivíduo possui um bom controle postural.

Análise dinâmica – o paciente vai caminhar sobre a plataforma sob o comando do fisioterapeuta. A partir daí, será possível determinar qual o seu tipo de pisada  (pronada, supinada, normal), qua o centro de gravidade e quais alterações biomecânicas  nas ações musculares durante a marcha.

Desta forma, o resultado da baropodometria auxilia o médico a determinar se o paciente é portador de algum problema e de orientá-lo no uso correto e apropriado de tênis, palmilhas e outras órteses, além de auxiliá-lo em uma possível programação cirúrgica.


14/jul/2020

Segundo dados do Ministério da Saúde do Brasil, as quedas são responsáveis por mais de 61% das admissões de idosos em unidades de pronto atendimento no país. As fraturas em pessoas na Terceira Idade são frequentes e tem sérias consequências.

A terceira idade é caracterizada por uma fase de mais fragilidade e os idosos estão sempre presentes em grupos de risco para diversas doenças.

Os ossos vão perdendo cálcio e ficam mais porosos e consequentemente mais suscetíveis às fraturas.

Convém ressaltar que a queda pode ser um marcador de alguma doença aguda, manifestação de doença crônica ou progressão desta.

Podemos elencar alguns fatores de risco mais comuns para quedas e outros que prejudicam a saúde e a qualidade de vida dos idosos:

  • Restrição da mobilidade
  • Redução da acuidade visual
  • Distúrbios do equilíbrio e da marcha
  • Tonturas
  • Isolamento social

Os locais mais acometidos por fraturas nos idosos estão localizados no punho, úmero, quadril, fêmur e nos corpos vertebrais.

O que fazer no dia-a-dia para reduzir o risco?

Para reduzir o risco de fraturas é importante a prática de exercícios físicos e mudanças na dieta, com a ingestão aumentada de cálcio associada à exposição ao sol durante 15 minutos todos os dias a fim de estimular uma maior produção de vitamina D.

O uso de medicamentos para osteoporose e de suplementos vitamínicos deve ser única e exclusivamente de competência médica, já que o idoso pode ser portador de alguma patologia restritiva ao uso deste ou daquele medicamento.

Outra orientação que se faz necessária é pelas adaptações domiciliares como corrimões, uso de tapetes antiderrapantes no local de banho e, ainda a eliminação de tapetes pela casa.

Finalmente, há que se considerar a necessidade do tratamento coadjuvante da Psicologia em alguns casos.

Precisa de orientação ou buscando a melhor opção para realizar a sua fisioterapia? Entre em contato conosco!


24/jun/2020

Quem tem joanete sabe muito bem o sofrimento que é: a dor intensa causada por esse problema acaba com o bom humor de qualquer pessoa. 

Mas afinal, o que causa a joanete?

A pressão exercida sobre os dedos pelos sapatos, principalmente os de ponta fina, é uma das causas do surgimento do joanete, embora se saiba que a herança genética seja a causa mais importante.

Além disso, é mais comum em mulheres e é mais frequente na população acima de 40 anos.

Também há fatores traumáticos (como fraturas mal consolidadas e lesões ligamentares na articulação do metatarso com o dedo), além de causas congênitas e doenças inflamatórias.

O joanete habitualmente vem associado com uma deformidade desse dedo, o hálux valgo, patologia que pode propiciar a degeneração da articulação do primeiro dedo do pé, fazendo com que ele se deforme.

Quem tem joanete sente essa proeminência óssea dolorida, mas a dor pode se estender para os demais dedos, pois existe a tendência de jogar o peso do corpo para eles para evitar o desconforto no local afetado. Assim, a pessoa sente dificuldade para caminhar e usar alguns tipos de calçados.

Como funciona o diagnóstico?

O diagnóstico do joanete é eminentemente clínico, baseado na história clínica e na observação direta.

O ortopedista é o médico mais indicado para fazer este diagnóstico e avaliar a melhor conduta para cada paciente.

Quando não há dor, alguns tratamentos convencionais podem ajudar a aliviar os sintomas, apesar de não conseguirem corrigir a deformidade.

Nesses casos, são usados protetores de silicone sobre a protuberância, afastadores de dedos para evitar que o dedão se sobreponha ao segundo dedo do pé e palmilhas especiais feitas sob medida. 

Também é muito importante que o paciente avalie melhor os calçados que utiliza, buscando sapatos mais confortáveis e ‘largos’ para os dedos. 

Entretanto, o mais importante no joanete e nos outros transtornos dos pés é o acompanhamento médico e de preferência com o ortopedista especialista em pé.


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30/mar/2020

Para que possamos manter a saúde de nossos pés, que suportam todo o peso de nosso corpo, é importante revermos nossos conceitos, priorizando a acomodação correta dos pés nos calçados com conforto e estabilidade. Isso pode ser feito com as palmilhas e sapatos ortopédicos que temos no mercado atualmente.

Como acontece de forma silenciosa, as dores e os problemas só são percebidos com o tempo. E cuidar da saúde envolve não apenas manter uma alimentação balanceada e ter boas noites de sono, mas também optar por formas de deixar o corpo confortável, como o uso de palmilhas e sapatos ortopédicos.

Qual a finalidade dos sapatos ortopédicos?

O uso dos sapatos ortopédicos foca em melhorar, aliviar e corrigir os mais diversos problemas nos pés de quem sofre algum problema. Esses calçados ajudam a pessoa a não ter mais incômodos e ter uma vida totalmente normal.

Por fazer com que seu peso e todo impacto seja distribuído da maneira mais apropriada ao caminhar, o fluxo sanguíneo será estimulado pela diminuição na tensão. Esse é um benefício muito valioso dos sapatos ortopédicos para aqueles que possuem problemas como diabetes, obesidade ou que tenham o risco de desenvolver doenças como a trombose.

Outras áreas do corpo também são beneficiadas pelo uso do tênis ortopédico, que reduz lesões nos tornozelo e dores no calcanhar.

Qual a diferença das palmilhas ortopédicas para as normais?

Diferentemente das palmilhas ortopédicas, as palmilhas tradicionais que já vêm acompanhadas do calçado não possuem nenhum tipo de padronização. Cada marca escolhe o modelo de acordo com custo de produção, sem se importar com a saúde dos usuários.

A vantagem de usar palmilhas ortopédicas começa com a possibilidade de adaptação à anatomia do seu pé. Elas são fabricadas de forma personalizada levando em consideração o tipo de pisada e postura corporal de cada um, podendo corrigir até mesmo deficiências anatômicas.

Algumas são até mesmo confeccionadas com silicone e possuem boa resistência e capacidade de amortecimento, proporcionando um alto grau de absorção de impactos. São macias e flexíveis, ideais para prática de esportes e para o uso diário.

Como saber se preciso utilizar?

Procure orientação com um médico profissional para saber se você tem algum problema de postura ou na coluna que pode ser corrigido com as palmilhas e sapatos ortopédicos. Ele indicará o melhor modelo e a frequência de uso mais adequada.


28/mar/2020

O que é a Hérnia de Disco?

A Hérnia de Disco é uma condição de degeneração de uma estrutura denominada disco intervertebral. Esta é uma das causas mais comuns de dores nas costas. 

É um problema provocado pelo desgaste dos discos intervertebrais estruturais que amortecem o contato entre as vértebras. Quando algum destes discos se rompe ou se desgasta, acaba comprimindo terminações nervosas, causando dores, formigamento ou fraqueza nos braços, tronco ou pernas.

O que causa a Hérnia de Disco?

Na maioria dos casos, a hérnia não surge de forma aguda. Ela costuma ser um processo de estresse e lesão repetitiva do disco. 

Exceto pelos casos de hérnias que surgem após traumas ou quedas, os pacientes não se recordam de um evento específico que tenha desencadeado os sintomas. A dor pode surgir subitamente em repouso.

Como identificar os sintomas da doença?

Os principais são formigamentos e queimações com irradiação para os ombros e braços, perda de força nos braços e pernas (em razão da compressão de algum nervo), atrofia muscular das mãos e rigidez.

Normalmente a dor é bem incômoda e não melhora com a mudança de posição. Algumas pessoas relatam piora quando dormem, devido ao relaxamento do corpo. Isso ocorre, principalmente, porque os discos se reidratam e aumentam o volume, comprimindo ainda mais as raízes nervosas.

Ao identificar estes incômodos ou sensações similares, procure por ajuda médica imediatamente. Mascarar a dor com o uso de medicamentos por conta própria ou “receitas caseiras” é colocar a saúde em risco.

Como funciona o tratamento?

O diagnóstico é feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e a história do paciente. Exames como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

O tratamento conservador, com repouso, fisioterapia, compressas mornas, educação postural e/ou acupuntura, alivia os sintomas em mais de 90% dos pacientes com hérnia de disco. A maioria se recupera, tornando-se aptos a retornar para as suas atividades habituais em um ou dois meses.

E se o tratamento conservador não resolver? 

A cirurgia só é recomendada nos casos graves, em que a dor é insuportável, onde não houve melhora com uso de medicamentos e fisioterapia, ou nos casos onde há perda de força ou de controle dos membros.

O paciente deve ter sido submetido a pelo menos seis meses de tratamento conservador como fisioterapia, analgésicos ou uso de aparelho nas costas, sem apresentar melhora. Além de estar em boa saúde geral, sem sinais de infecção, osteoporose ou artrite. Se houver degeneração que afeta mais de um disco ou dor significativa nas pernas, o paciente não é candidato à cirurgia.


02/fev/2018

A lombalgia se refere aos quadros dolorosos na região inferior das costas, entre a última costela e a pelve (bacia). Sabe-se que 85% da população mundial em algum momento da vida irá sofrer com esta condição. Sua gravidade é muitas vezes desprezada pela crença de que é uma condição passageira e benigna. No entanto, a […]


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O Instituto Osmar de Oliveira construiu ao longo destes últimos 40 anos uma trajetória de sucesso e profissionalismo, tornando-se referência em São Paulo na área da Ortopedia, Medicina Esportiva e Reabilitação.

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