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23/mar/2020

Uma prática muito utilizada é a aplicação de compressas após situações de dor, seja decorrente de uma, luxação, contusão, hematoma, entorse ou mesmo inflamação. Existem dois tipos de compressas, a fria e a quente, cada uma é específica para determinados casos. Mas você sabe quando utilizá-las na Recuperação Muscular?

Compressa quente, quando usar?

A compressa quente é ideal para realizar o relaxamento muscular e articular. Pode ser usada nos casos de contraturas nas costas, dores crônicas nas articulações e em qualquer região que o paciente se sinta bem com o calor, pois além do relaxamento, promove também a diminuição da dor.

A compressa quente faz os vasos sanguíneos dilatarem, aumentando o fluxo de sangue na região tratada e facilitando a resposta anti-inflamatória.

E a compressa fria?

O gelo é um anti-inflamatório natural por isso, é indicado para amenizar inflamações ou imediatamente após um trauma local. Acidentes que possam causar edemas ou hematomas, como pancadas e torções devem ser tratados com gelo.

A temperatura fria contrai e diminui o fluxo de fluidos, também agindo como um analgésico, por isso funciona bem após lesões que ocorrem nos esportes de impacto.

As compressas de gelo devem ser evitadas em feridas abertas, queimaduras e locais onde a pele é mais sensível (próximo as genitálias, por exemplo).

E que tal ambos?

Existem casos em que a melhor pedida não é adotar extremos de temperatura isolados e sim a combinação de ambos. A terapia chamada contraste usa a aplicação alternada de compressas frias e quentes para contrair e dilatar seguidamente os vasos sanguíneos, aumentando a circulação no local afetado.

É indicada para infecções, distensões, inflamações e dores de cabeça causadas por tensão nervosa ou muscular.

Tome muito cuidado na hora de fazer a sua compressa, pois você pode queimar a sua pele. Coloque sempre um pano entre o gelo e a pele no caso da compressa gelada. No caso da compressa quente, verifique a temperatura da água antes.

É importante não as deixar em contato com a pele por mais de 25 minutos, e fazer sempre um intervalo de no mínimo 2 horas entre cada aplicação.

 

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27/fev/2020

Apesar de serem muito parecidos, o estiramento e a distensão se diferem quanto à sua localização. Mas você sabe qual é a diferença?

Enquanto a primeira se caracteriza pelo alongamento das fibras musculares, a segunda se manifesta no tendão ou áreas adjacentes.

Quais as causas?

As lesões acontecem quando o músculo se estica demais, devido ao esforço excessivo para realizar determinada atividade, podendo levar a ruptura de fibras musculares, do músculo ou do tendão envolvido.

A distensão afeta especificamente os tendões e a junção músculo-tendínea, que são as ligações entre um músculo e um tendão.

Já o estiramento muscular ocorre após o músculo ser alongado além do seu limite, as fibras presentes no músculo sofrem lesões e causam dor e uma sensação de estalido. É comum ocorrer quando há falta de aquecimento e alongamento e o próprio cansaço muscular contribui para o problema.

O que causa o problema?

Isso pode acontecer com movimentos bruscos, algum trauma ou até por você estar executando exercícios de maneira inadequada. Ocorrem com mais frequência na musculatura interna, parte posterior e anterior da coxa e nas panturrilhas, mas também pode acontecer nas costas e nos braços.

A principal queixa do paciente é de dor intensa que se manifesta de forma súbita, sobretudo durante a atividade física. Em alguns casos, esse desconforto pode ser acompanhado de um estalo.

Como funciona a recuperação?

Normalmente, o próprio organismo se encarrega de reparar as fibras musculares que se romperam, absorver o coágulo e controlar a inflamação. Lesões mais graves exigem avaliação médica imediata para excluir a presença de fraturas e evitar sequelas que limitem os movimentos.

Para confirmar o diagnóstico de um estiramento ou de uma distensão pode-se fazer uma ressonância magnética ou ultrassom, além da avaliação dos sintomas pelo médico.

Inicialmente o uso de anti-inflamatórios, por exemplo, é essencial para abrandar as dores. A fisioterapia direcionada ao estiramento ou distensão também é de suma importância para acelerar a recuperação do paciente.

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