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Nossos músculos têm dois tipos de fibras. As do tipo I, conhecidas também como fibras vermelhas e que são de contração lenta. São utilizadas para os trabalhos aeróbicos, daí serem altamente resistentes à fadiga; e as do tipo II, também chamadas de brancas e que são de contração rápida, sendo mais especializadas na velocidade, no salto e em todos os movimentos de impulsão, mas são mais sujeitas à fadiga. A quantidade de cada fibra e a sua distribuição pelo corpo são genéticas, e portanto, a velocidade é inata, dependente da hereditariedade. O treinamento especializado pode melhorar um pouco essa velocidade, porque corrige a postura e aprimora a técnica. Entretanto, nas últimas décadas foram observados casos de atletas em que o treinamento modificou uma fibra em outra, alterando a genética. Ainda não se sabe direito até que ponto isso acontece, como acontece e quais os limites dessa transformação.


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